Ministério da Saúde irá avaliar a vacinação infantil

O Ministério da Saúde avaliará, até segunda-feira (18), os dados da Anvisa sobre a vacinação infantil. A informação foi dita pelo chefe da pasta, Marcelo Queiroga. O ministro afirmou também que o Governo discutirá com o Instituto Butantan sobre a disponibilidade de doses dessa vacina no país.

Na última quarta (13), a Anvisa liberou o uso da CoronaVac para crianças de 3 a 5 anos. O imunizante já era usado para vacinar pessoas a partir dos 6 anos.

Logo após aprovação, o Butantan anunciou que pediu que a vacina seja incluída no Programa Nacional de Imunizações para crianças de 3 a 5 anos.

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Funcionários da Especialy receberão salários atrasados

Os funcionários da Especialy, terceirizada ligada à Secretaria de Educação da Prefeitura de Juiz de Fora, receberão seus salários atrasados. Segundo a prefeita Margarida Salomão, a decisão foi tomada após uma reunião no Ministério do Trabalho e os trabalhadores devem receber os pagamentos de junho em até 48 horas.

Na última semana, a Prefeitura suspendeu o contrato com a firma após os problemas relatados e manifestações. A empresa presta serviços de conservação e limpeza nas escolas municipais desde 2018.

Uma demissão em massa dos funcionários da Especialy é esperada para agosto, após as férias escolares.

Anvisa libera uso de Coronavac em crianças de 3 a 5 anos

A Anvisa liberou o uso emergencial da vacina Coronavac em crianças de 3 a 5 anos. Até então, o imunizante era autorizado apenas para crianças a partir de 6 anos. A recomendação para a faixa etária é de um esquema vacinal de duas doses, com intervalo de 28 dias, e mesma dose usada para adultos.

Crianças imunocomprometidas não devem ser vacinadas por falta de informações sobre a aplicação no grupo. Apesar da decisão, a Anvisa não determinou quando começa a vacinação.

A distribuição de doses, cronograma e alteração de planos dependem dos estados e do Ministério da Saúde.

Foto: Isto é Dinheiro

PEC Kamikaze é aprovada na Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados aprovou a PEC Kamikaze, que muda a Constituição e cria um estado de emergência às vésperas da eleição. A medida permite ao Governo Federal driblar leis para criar benefícios sociais em ano eleitoral, o que é proibido. O custo é calculado em R$41 bilhões.

Entre outros pontos, a PEC aumenta o valor do Auxílio Brasil para R$600, amplia o Vale-Gás em R$53 e cria um “voucher” de mil reais para os caminhoneiros autônomos.

De acordo com o texto, todos os benefícios acabam em dezembro. Com a aprovação nesta quarta (13), o governo prevê começar a pagar os benefícios em 9 de agosto.

Foto: Elaine Menke/Câmara dos Deputados

Papo Alô – 13/07 – 32 anos do ECA

Nesta quarta-feira (13), o Estatuto da Criança e do Adolescente completa 32 anos de vigência.

O ECA é legislação inovadora, que é referência internacional e até mesmo reconhecida pela Organização das Nações Unidas. Apesar disso, notícias ainda nos assustam, como casos de estupro, violência física e desrespeito à privacidade, provando que muitas mudanças ainda se mostram necessárias.

Para falar sobre o papel do ECA, estamos recebendo a Adriana Marques, que é Supervisora de Políticas para Criança e Adolescente da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Prefeitura.

Ouça a entrevista:

Reajuste dos professores é sancionado em JF

Foi sancionado o reajuste, de 33,24%, do piso nacional do magistério em Juiz de Fora. O pagamento da diferença será feito de forma escalonada em três parcelas, sendo: 7% em setembro; 6,5% em outubro e 6,25% em novembro. O reajuste será para todo o quadro do magistério, com manutenção dos atuais adicionais previstos.

Durante o anúncio pagamento do piso, foi anunciado ainda um acordo no calendário de 2023 para viabilizar a retroatividade a janeiro de 2022 do piso salarial.

Zema anuncia redução do ICMS sobre certos itens

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, confirmou que reduzirá o ICMS sobre combustíveis, energia elétrica, serviços de internet e telefonia no estado. A partir desta sexta-feira (1), esse impostos terão a taxa de 18%.

Com a decisão, o governo mineiro acata a determinação do Congresso que determina um teto para o ICMS sobre os combustíveis. Em Minas, o percentual cobrado atualmente é de 31%. A mudança não afetará o diesel, pois em Minas o ICMS sobre o combustível é de 14%.

O Estado já adiantou que Minas Gerais terá uma perda de R$12 bilhões na arrecadação, prejudicando as áreas de saúde e educação.