O mundo da música está cheio de novidades!

Lucas Lucco está com novidade. A nova aposta do sertanejo é a faixa  “Saudade”.

 

Flay e Jerry Smith lançaram a parceria ”Saudades, né, minha filha?”, que chegou acompanhada de clipe. No vídeo, a empresária e também ex-BBB Bianca Andrade faz uma participação especial.

 

Paula Mattos lançou o clipe de ”Você Tem Tudo”.

 

MC Rebecca lançou mais uma faixa do projeto Carentena. ”Tu Tá Achando Que É Amor” é um funk 150 bpm, que mistura o romantismo dos anos 1990 com as batidas cariocas.

 

Pedro Sampaio lançou o vídeo da coreografia ”Pode Dançar.”

 

Gabily lançou uma releitura do hit ”Adultério”, de Mr. Catra.

 

Wesley Safadão e Xand Avião uniram forças e lançaram a faixa “Me Calei”. A faixa, de 2015, já era um hino da banda “Aviões do Forró”, mas agora conta com a participação do Safadão.

 

 

 

 

 

 

 

Final de semana tem live de Gusttavo Lima e muito mais!

Mais lives vão ocorrer neste fim de semana! É possível assistir à maioria delas no YouTube ou em outras redes sociais. Se liga na agenda dos próximos dias:

Lives de hoje, sexta-feira

Tchê Garotos – 20h (YouTube)

Carreiro e Capataz – 20h (YouTube)

Blitz – 20h (YouTube)

Jads & Jadson – 21h (YouTube)

Banda Ira – 21h (YouTube)

Guilherme e Santiago – 21h30 (YouTube)

Di Ferrero – 22h (Aplicativo BeApp)

 

Lives do dia 15/08 (sábado)

Jorge Aragão – 15h (YouTube)

Seu Jorge em tributo a David Bowie – 16h (Site oficial)

Maiara e Maraisa – 17h30 (YouTube)

Alcione – 18h (Site oficial)

Cavaleiros do Forró – 19h (YouTube)

Dudu Nobre – 19h (YouTube)

 

Lives do dia 16/08 (domingo)

Neguinho da Beija-Flor e Karinah – 12h (YouTube)

Live Casa dos Caipiras (Teodoro e Sampaio, Adriana Farias, Marcelo Teodoro e mais) – 16h (YouTube)

Gusttavo Lima e Jonas Esticado – 18h30 (YouTube)

Festival Mba’e Porã (Zeca Baleiro e Jerry Espíndola) – 20h (YouTube)

#TBT: confira o antes e depois de 15 cantores!

Quinta-feira é o dia mundial da recordação e a #TBT fica em alta! Além disso, nesta semana foi comemorado o Dia da Juventude, (12/08). Por isso, nada mais justo que relembrarmos  o passado de  alguns ídolos  antes do sucesso.

É a coisa mais natural do mundo as transformações, que até nós, meros mortais, passamos com tempo. A mudança fica ainda mais nítida no mundo dos famosos, seja ela estética ou somente de estilo.

Para provar isso separamos 15 ídolos nacionais que passaram por uma verdadeira metamorfose. Confira!

1. Wesley Safadão

Como eram estes 15 artistas nacionais antes de se tornarem os maiores sucessos do momento

 

2. Luísa Sonza

Como eram estes 15 artistas nacionais antes de se tornarem os maiores sucessos do momento

3. Luan Santana

Como eram estes 15 artistas nacionais antes de se tornarem os maiores sucessos do momento

4. Zé Neto e Cristiano

Como eram estes 15 artistas nacionais antes de se tornarem os maiores sucessos do momento

5. Ludmilla

Como eram estes 15 artistas nacionais antes de se tornarem os maiores sucessos do momento

 

6. Henrique e Juliano

Como eram estes 15 artistas nacionais antes de se tornarem os maiores sucessos do momento

 

7. Anitta

Como eram estes 15 artistas nacionais antes de se tornarem os maiores sucessos do momento

 

8. Matheus e Kauan

Como eram estes 15 artistas nacionais antes de se tornarem os maiores sucessos do momento

 

9. Simone e Simaria

Como eram estes 15 artistas nacionais antes de se tornarem os maiores sucessos do momento

10. Gusttavo Lima

Como eram estes 15 artistas nacionais antes de se tornarem os maiores sucessos do momento

11. Maiara e Maraísa

Como eram estes 15 artistas nacionais antes de se tornarem os maiores sucessos do momento

12. Jorge e Mateus

Como eram estes 15 artistas nacionais antes de se tornarem os maiores sucessos do momento

13. Iza

Como eram estes 15 artistas nacionais antes de se tornarem os maiores sucessos do momento

14. Alok

Como eram estes 15 artistas nacionais antes de se tornarem os maiores sucessos do momento

 

15. Marília Mendonça

Como eram estes 15 artistas nacionais antes de se tornarem os maiores sucessos do momento

 

Para você, qual foi o artista que mais mudou?

Novidades: inédita de Marília Mendonça com Maiara e Maraisa, Péricles e mais!

Marília Mendonça, Maiara e Maraisa lançaram a terceira parte do projeto Patroas. Além de regravar clássicos do sertanejo, as cantoras ainda dão novas canções autorais para os fãs.

 

Mumuzinho divulgou a primeira parte do EP Live. O projeto traz uma série de clipes gravados durante sua primeira transmissão ao vivo.

 

“To Achando Que é Amor” é o novo single de Péricles e que dá o nome ao novo projeto do cantor. Ele lançou a primeira parte do álbum inédito, que terá 17 faixas.

 

Dilsinho lançou o DVD Open House. O projeto foi registrado em dezembro de 2019, em Recife, com participações especiais de Thiaguinho, Henrique e Juliano, Atitude 67 e Marco. Confira!

 

“Cancela Esse Cara” é a nova promessa de hit de João Gustavo & Murilo.

https://youtu.be/-7aX6W6P46o

 

O clipe de “Sai de rolê”, de Projota em parceria com Cynthia Luz, já está disponível! O vídeo, dirigido por Rafael Carvalho, é uma animação com ilustrações de Luiz Gonz.

 

Kell Smith lançou o clipe de Carta Pra Você. O vídeo aborda de forma sutil e delicada a dor do luto por um grande amor.

 

Avançada é o novo single de Kevinho.

 

Dia do Estudante: situações que todo aluno já passou!

O dia do estudante, comemorado no dia 11 de agosto, simboliza toda a luta do movimento estudantil. A data celebra o direito básico do cidadão de ter educação e acesso ao conhecimento. A questão é que, antes de ter essa consciência, todo mundo já passou por inúmeras situações no colégio.

A rotina é corrida, as horas de estudos são longas e o simples ato de grifar um texto já é um desafio. Pensando nisso, reunimos alguns momentos que todo estudante já viveu.

 

1- Não querer acordar cedo e acabar perdendo a hora. – Quem estudou pela manhã sabe muito bem a dificuldade de acordar cedo, principalmente no frio. A situação era ainda pior quando o colégio ficava longe de casa. Acabava enrolando na cama e perdia a hora.

20 Reasons UCLA Is The Greatest School On Earth - Society19

2- Relógio acelerado – Depois de passar um perrengue para acordar era a hora de chegar na aula e tentar anotar tudo que o professor falava. Ainda tinha que grifar, responder, calcular, apagar, escrever e colocar o papo em dia com os amigos.

giphy (21)

3 – Papo cabeça – Você e seu amigo estavam naquele papo, conversas “maduras”, falando sobre a TV Globinho e era interrompido por aquele professor te C-O-N-V-I-D-A-N-D-O a trocar de lugar porque estava atrapalhando a aula.

4- Liberdade – A hora mais aguardada por muitos: o intervalo. Dava para sentir o gostinho de liberdade. Sem contar que esse era o momento de comer. Ah, como as “tias da merenda” eram maravilhosas! Sem contar que, provavelmente, algum dia, você não teve dinheiro para comprar lanche na cantina e saiu pedindo um pedaço de cada amigo da rodinha. Quem nunca, né?!

 

Bate o sinal pro intervalo e a cantina abre: gif humor engraçado ...

5 – Relógio agarrado –  Se na hora de copiar o conteúdo do quadro, os ponteiros do relógio trabalhavam rápido demais, pós recreio a realidade era outra. O tempo ficava arrastado e você doido pra ir embora, quase cochilando na mesa. É nesse momento que bate aquela clássica pergunta “pra que eu vou aprender isso?”

 

aula

 

6 – Trabalho, nada trabalhoso, em grupo – De lei! Quando o professor avisava que teria trabalho, era quase unânime o pedido para deixar formar dupla de três (ou quatro). Se a resposta fosse positiva, a alegria tomava conta. As reuniões depois da aula eram regadas a lanches, brincadeiras… tinha até aqueles que aproveitam o encontro para paquerar. Porém, o trabalho que era pra ser feito em um mês, ficava pronto em tempo recorde, no dia anterior. E sempre tinha aquele que só escrevia o nome.

 

7 – Provas, aprender o conteúdo em um dia – Começava a semana de provas. O jeito era estudar um dia antes para a prova (que estava marcada há um mês) e entrar em choque na hora! Quando o resultado era divulgado e você ia mal, uma das “alternativas” era jogar a culpa no professor – ABSURDO – e que todos seus amigos foram mal também. Sem contar, que era nesse momento que vários atores eram vistos em sala de aula. Quem nunca chorou para o professor te dar 0,5 pontos e fugir da recuperação

 

8 – A rotina cansa mas é necessária – Ainda na adolescência, batia uma bad e ninguém mais aguentava estudar. Mal sabia que esse ciclo estava looooonge de terminar. Logo depois viria outras responsabilidades, vestibular, pensar no futuro, que carreira seguir, trabalhar e estudar, cuidar de família e estudar. O tempo ficaria mais curto!  

 

 

Ainda pra recordar!  

 

*No primeiro dia de aula, pôr o ano errado na data por pensar que ainda está no ano anterior;

*Comprar várias canetas, borrachas e lápis no começo do ano e uma semana depois todos eles já terem desaparecido pelo buraco negro do seu estojo;

*Programar viagens e participar de disputas entre colégios e turmas;

 

*Paquerar o “cara” ou a “menina” mais badalado (a) da escola e ainda disputar o coração dele (a) com os outros;

 

* Enrolar na sala e copiar matéria depois;

 

* Caderno de caligrafia! Martírio total!

 

 

 

Conta gente as recordações da sua época de escola. Sente falta?

Rádio: Uma história com começo, e por enquanto, sem fim

O rádio é um queridinho dos mais velhos. Mas também é amigo dos que usam carro, daqueles que pegam ônibus, que trabalham fora ou em casa. O rádio transmite notícias, músicas e entretenimento. Mas talvez “companhia” seja a característica mais especial desse meio de comunicação.

Entra ano sai ano, o rádio continua firme e forte. E quem imaginava que uma tecnologia descoberta em 1831 iria durar até 2020? Pois é, o rádio venceu aparelhos, novidades, gerações e hoje, está mais forte do que nunca.

 

Mas você sabe como tudo começou?

A indução magnética foi descoberta em 1831 por Michael Faraday. Porém, apenas em 1887 foi criado a propagação radiofônica, feito por Henrich Rudolph Hertz. Ele descobriu que, unindo duas bolas de cobre, saiam faíscas que atravessavam o ar e esse seria o princípio do rádio.

Em 1896, em Londres, foi criada a primeira companhia de rádio, desenvolvida pelo cientista italiano Guglielmo Marconi. Nesta época, a emissão e recepção dos sinais eram feitos sem fio. Algumas evidências apontam que, antes de Marconi, o padre brasileiro Landell de Moura criou um experimento semelhante. Em 1892, na cidade de Campinas, em São Paulo, o padre teria utilizado uma válvula amplificadora com três eletrodos para transmitir e receber a voz humana. Porém, na época, o padre foi acusado de realizar bruxarias em função dos aparelhos que havia criado e foi proibido de patentear a ação.

Em 1897, Oliver Lodge inventou um circuito elétrico, e com isso, foi possível mudar a sintonia selecionando a frequência desejada.

O padre Landell e sua criação (SuperInteressante)

 

E no Brasil? 

A história do meio de comunicação mais popular no país começou em 1922, quando o presidente Epitácio Pessoa, realizou a primeira transmissão radiofônica no país, mais precisamente no Rio de Janeiro. A data marcava o centenário da Independência do Brasil. Graças à instalação de uma retransmissora e de aparelhos de recepção, o discurso do presidente foi ouvido em Niterói, Petrópolis e São Paulo.

Para reproduzir o discurso de Epitácio Pessoa, foi preciso montar uma estação no Corcovado.

A primeira emissora radiofônica brasileira, Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, foi criada em 1923, que pertencia ao escritor e cientista Roquete Pinto e ao cientista Henrique Morize. Ela foi ao ar com uma programação que incluía jornais falados, aulas e música. Mas na época, a publicidade no meio de comunicação ainda não era permitida. Apenas em 1932, o presidente Getúlio Vargas autorizou a divulgação de comerciais nas emissoras.

Roquette-Pinto comandando a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro (Foto: site da Rádio Roquette-Pinto)

Radionovela

As décadas de 1930 e 1940 foram essenciais para a história do veículo. A chamada “Era de Ouro do rádio” foi marcado por uma transição no meio de comunicação, quando o aparelho se popularizou e se tornou um meio de entretenimento. A “Era de Ouro do Rádio” contribuiu para a evolução tecnológica dos aparelhos e transmissões, já que as emissoras desejavam melhorar a qualidade técnica e também facilitar o processo de produção de conteúdos.

As radionovelas estimulavam a imaginação dos ouvintes, que acompanhavam as histórias com efeitos criativos de sonoplastia e vozes que encantavam e seduziam. Segundo Rose Saconi, para uma coluna do Jornal Estado de S. Paulo, uma folha de zinco balançando representava uma tempestade terrível. Já as cascas de coco batendo na mesa, representavam o galope de um cavalo.

Em 1941, estreava “A Predestinada”, na Rádio São Paulo, e “Em Busca da Felicidade, no Rio de Janeiro, transmitida pela Rádio Nacional. Essas foram apenas duas das radionovelas mais conhecidas pelos brasileiros.

Os patrocinadores brigavam para ocupar o horário nobre das radionovelas. Marcas como Palmolive, fermento Royal e sabonetes Gessy Lever tinham vendas garantidas após o anúncio.

 

Confira alguns trechos das radionovelas:

 

E os atores ganharam fama e até hoje são lembrados. Paulo Gracindo, Henriqueta Brieba, Mário Lago, Wanda Lacerda, são apenas alguns que fizeram sucesso nas radionovelas. Mas os autores das produções também ficaram conhecidos, como Ivani Ribeiro, Janete Clair e Dias Gomes.

Como eram feitos os efeitos sonoros das radionovelas. (Foto: Rock’n Tech)
Bastidores de uma radionovela (Foto: UFPB – Radialismo)

A “Era de Ouro” também foi marcada por grandes vozes, como Maysa, Angela Maria, Dalva de Oliveira, Emilinha Borba, Inezita Barroso, Marlene e tantas outras.

 

Dalva de Oliveira

 

Programas de Auditório

Os programas de auditório fizeram escola para a televisão brasileira. Nesta época, o rádio vivia seu melhor momento e, junto com ele, havia o surgimento de grandes cantores, compositores e de toda uma geração de humoristas em programas que marcaram época no Brasil.

Sabe os shows de calouros que a TV possui? Eles foram inspirados nos programas das emissoras, que procuravam e lançavam artistas em shows de calouros. Assim surgiram grandes nomes da Música Popular Brasileira, como Ary Barroso, Dalva de Oliveira e Orlando Silva.

Até alguns anos, diversas rádios brasileiras faziam programas especiais para reviver os saudosos programas de auditório. São conteúdos feitos já pensando na plateia, na troca de experiência e na aproximação de ouvinte e rádio. Os programas são feitos em teatros, salas de empresas e até mesmo em mesa de churrascaria. Claro, o ouvinte ama participar destes momentos.

Programa de auditório da Rádio Nacional nos anos 40. (Foto: Acervo O Globo)

 

As notícias no Rádio

Sabe aquela frase comum falada antigamente: “Deu no rádio”? Então, o meio de comunicação criou credibilidade com os mais velhos, que passaram esse costume para as outras gerações.

Hoje, qualquer um pode postar um conteúdo na internet, mas no rádio não! Isso começou em 1937, quando a Rádio Bandeirantes foi a primeira emissora a divulgar notícias durante toda a programação. Já em 1941, a Rádio Nacional lançou o Repórter Esso, que foi o primeiro rádio jornal brasileiro.

O programa foi essencial ao fazer jornalismo do Brasil, pois havia preocupação com a qualidade dos textos, que se tornaram objetivos e com linguagem simples. Outro ponto foi a criação de horários específicos para um programa jornalístico e com duração fixa, de cinco minutos.

 

Tecnologias e o aparelho rádio 

É incrível pensar, mas a Guerra contribuiu para a criação de tecnologias. Uma delas foi o gravador magnético, que se tornou um equipamento comum a partir dos anos 1950, após a Segunda Guerra Mundial. Com ele, foi possível fazer montagens sonoras, com trechos escolhidos e reproduzir imediatamente a gravação.

Nessa mesma época, surgiram as emissoras com transmissão frequência modulada, ou FM. Antes, eram usadas apenas a amplitude modulada (AM). Com a mudança, a transmissão FM passou a ter mais qualidade no som.

Mas agora, vindo para a atualidade, o rádio bate de frente com outros canais, como TV, serviços de streams, internet e até mesmo com os bluetooth dos carros. Porém, um ponto positivo para o rádio é o de companhia. Ele está ali por você, mas você pode desenvolver outras atividades enquanto escuta, diferentemente de outros serviços, como a internet.

Lembra da história de acompanhar a tecnologia? Mesmo com o surgimento da TV, dos serviços de streams e de outras plataformas, o rádio se fez e está presente em cada uma delas.

Ou seja, hoje, além da mobilidade do rádio, já que ele pode ser ouvido no carro, nos celulares, no computador ou no aparelho, com as outras plataformas e a presença das emissoras em cada uma delas, os ouvintes têm a possibilidade de interagir com a rádio por meio de ferramentas da internet.

 

“Seja, viva, ouça e sinta o rádio. Você faz parte disso.”

 

Leia mais

Rádio, o veículo que mais se reinventa, segue no topo da audiência

Consumo de rádio aumenta em meio à pandemia

 

Lives do fim de semana: Marília Mendonça, Zeca Pagodinho, Daniel e mais !

Enquanto os grandes shows não voltam ao normal, as apresentações online seguem sendo uma alternativa para os fãs matarem a saudade dos ídolos e, claro, garantirem a trilha sonora da quarentena.

Para começar agosto em grande estilo, a agenda de lives traz shows de nomes como Marília Mendonça, Daniel, Zeca Pagodinho, César Menotti &Fabiano, Zé Neto & Cristiano, Fábio Jr. e mais!

Lives de hoje, sexta-feira

  • Zé Neto e Cristiano – 19h (YouTube)
  • Festival de Inverno Rio 2020 (Thiago Martins, Ferrugem e Marcelo D2) – 19h (YouTube)
  • Leandro Lehart – 19h (YouTube)
  • Solange Almeida e Walkyria Santos – 20h (YouTube)
  • Caetano Veloso – 21h30 (Globoplay)
  • José Augusto – 22h30 (YouTube)

 

Lives do dia 08/08 (sábado)

  • Festival de Inverno Rio 2020 (Detonautas, Barão Vermelho e Raimundos) – 15h (YouTube)
  • Vitão – 16h – (Link)
  • Chitãozinho e Xororó, Zezé di Camargo e Luciano e Edson e Hudson – 17h – (Youtube)
  • DJ Maraknã – 19h (YouTube)
  • Marília Mendonça – 20h (YouTube)

 

Lives do dia 09/08 (domingo)

 

Consumo de rádio aumenta em meio à pandemia

O rádio pode acabar!”, “Ih, com a chegada da TV, duvido que o rádio aguenta a pressão!”, “Que mané rádio! Pra quê? A gente tem tecnologia e internet!”. Quem nunca ouviu ou até comentou algo desse tipo? Quem nunca? Mas, na contramão das previsões e dos comentários equivocados, esse veículo de comunicação, além de completar seu centésimo aniversário daqui a dois anos e sem indícios de final de vida, presencia números cada vez maiores de audiência. Especialmente, aqui no país.

A reinvenção foi uma das peças-chave para que essa ferramenta – pioneira na transmissão da voz humana – vencesse o que seriam os “monstros” da concorrência, enfrentasse crises mundiais que atingiram setores como a saúde e a economia de diversos países, incluindo o Brasil, e ainda continuasse a ser um dos veículos mais consumidos daqui.

Quer um exemplo atual de que, possivelmente, nada abala as estruturas do rádio? A crise provocada pelo novo coronavírus. Pode parecer mentira (principalmente se levarmos em consideração as plataformas de streamings que estão bombando!), mas os dados comprovam que as pessoas passaram a escutar mais o rádio durante a quarentena e, algumas delas, até em quantidade maior do que antes de a Covid-19 se disseminar pelo país.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Kantar Ibope Media em 13 regiões metropolitanas do Brasil, 71% dos entrevistados afirmaram consumir a mesma quantidade ou mais de conteúdo radiofônico, em comparação com o período anterior à pandemia. Outros 20% disseram consumir muito mais rádio do que ouviam antes, em período de circulação normal.

Para se ter uma ideia do quanto a crise provocada pela Covid-19 no país afetou positivamente o rádio, em fevereiro deste ano, os ouvintes escutavam, em média, 4 horas e dois minutos por dia, geralmente no trajeto entre o trabalho e a casa. Mas em tempos de confinamento, a média subiu para 4 horas e 10 minutos.

Neste contexto, o que coloca a performance do rádio como destaque positivo em meio à pandemia vai além da reinvenção. Para a professora e coordenadora dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Estácio de Sá Juiz de Fora, Aline Maia, as próprias características que o diferenciam dos outros veículos são os responsáveis para que os cidadãos, neste momento de quarentena, redescubram esse meio de comunicação. “O rádio trabalha a oralidade e exige de quem o acompanha basicamente um sentido: o ouvir. Então, mesmo as pessoas que não sabem, tenham dificuldade ou não gostam de ler – de todas as idades – conseguem acompanhar uma mídia que fala para elas, a língua delas”, explica.

A pesquisa da Kantar Ibope também mostra que o dial AM/FM segue como a principal plataforma de consumo, utilizado por 84% dos entrevistados. A internet (streaming) foi usada por 19% dos ouvintes, sendo que 12% dos entrevistados afirmaram ter consumido o conteúdo de rádio por transmissões no YouTube. “O rádio é uma mídia de baixo custo para as pessoas consumirem, é uma mídia popular. Então, todas as classes sociais têm acesso a esse meio de comunicação. E, como uma alternativa à internet, televisão, ele desponta de novo enquanto mídia democrática, acessível e que conversa com o público”, esclarece Aline.

Outro fator que também colabora para o crescimento do consumo do rádio na pandemia é, segundo a professora, a mobilidade, já que o rádio “permite que você faça outras atividades, enquanto escuta e acompanha a programação”.

A fala de Aline Maia corrobora com a da professora e coordenadora dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da UniAcademia, Gilze Bara: “Como tem muita gente em home office e estudando em casa, as pessoas podem estar com o rádio ligado, enquanto fazem seus trabalhos, sejam eles profissionais ou escolares. Isso também pode ter ajudado a aumentar a audiência”.

 

O que eles preferem ouvir?

Os entrevistados da Kantar Ibope Media também falaram sobre a preferência ao escutar rádio: 52% procuram por músicas, 50% estão em busca de distração e 43% utilizam o veículo para se manterem informados sobre os últimos acontecimentos. Outros 23% afirmaram que consomem notícias em busca de atualizações sobre o coronavírus e 10% acessam reportagens radiofônicas para preencher o tempo livre.

“O rádio sempre foi um amigo dos ouvintes, um companheiro. E acho que, neste momento em que passamos por uma situação tão grave, esses vínculos estão sendo confirmados e até aumentados. As pessoas estão ouvindo mais rádio por dois motivos: para saber o que está acontecendo, para saber as informações (já que) elas sabem que o rádio traz as notícias quentes, do momento. E o outro motivo é justamente para se entreter porque, em momentos tão difíceis como os que a gente está vivendo, as pessoas precisam disso (distração) e, por isso, também usufruem do entretenimento que o rádio proporciona”, explica Gilze Bara.

Com todas as evidências de que o rádio não foi prejudicado (pelo contrário, né?), nem com a chegada da pandemia – que modificou diversos aspectos na vida dos brasileiros – não restam dúvidas de que ele jamais será carta fora do baralho. Vida longa ao rádio…e que comecem as comemorações ao seu centenário!

“Seja, viva, ouça e sinta o rádio. Você faz parte disso.”

Dia da Cerveja! Confira algumas curiosidades sobre a paixão mundial

Amada por muitos, principalmente pelos brasileiros, a cerveja é, atualmente, a bebida alcoólica mais consumida de todo o mundo. Por incrível que pareça, ela ultrapassou em volume até o vinho, e seus diferentes estilos e sabores são apreciados em todo o planeta. Por isso, nada mais natural do que a criação do Dia Internacional da Cerveja.

A data é comemorada em mais de 50 países, sempre na primeira sexta-feira do mês de agosto. Ela foi criada em 2007, mas a primeira cerveja do mundo surgiu há mais de 11 mil anos, na região onde hoje fica o Irã e o Iraque.

O nome “cerveja” vem da deusa grega Ceres, conhecida como a deusa da fertilidade e da agricultura, explica Leon Maas, mestre-cervejeiro da Cervejaria Ambev: “Ela é a bebida mais variada que existe quando o assunto é sabor. O amargor, que geralmente vem do lúpulo, é imperceptível em alguns estilos. Tem as doces, ácidas e até ligeiramente salgadas.”

 

Existem, basicamente, quatro escolas de cerveja: a alemã, a belga, a britânica e a americana. A American Lager, mais leve, é a mais consumida no mundo. No Brasil, o estilo é chamado de Pilsen.

No Egito Antigo, os trabalhadores que ergueram as grandes pirâmides eram pagos com cerveja. Sua ração diária era de cinco litros, entretanto, era muito menos alcoólica do que a moderna.

Na Idade Média, ela manteve o status de alimento. Um dos poucos alimentos seguros naquela época, pois era fabricada com higiene pelos monges católicos. Na liturgia da Igreja, aliás, a bebida foi incorporada como substituta das comidas sólidas nos períodos de jejum.

 

Extra!

Aqui no Brasil, o dia 5 de junho, é comemorado o Dia da Cerveja Brasileira! A data foi instituída em 2012, como forma de celebrar a cultura cervejeira nacional. O dia foi escolhido em homenagem ao Sr. Ruprecht Loeffler, grande mestre cervejeiro da cervejaria Canoinhense, que faria aniversário neste dia. O Sr. Ruprecht Loeffler faleceu em 2011, aos 93 anos e foi, até então, o mestre cervejeiro mais antigo em atividade no Brasil.

 

Veja algumas curiosidades: 

> A melhor cerveja é sempre aquela mais fresca

> A cerveja de garrafa tem a rotatividade maior do que a de latinha.

> A diferença entre cerveja e chope nada tem a ver com a garrafa e o barril.

> A cerveja é pasteurizada para resistir vários meses, enquanto o chope não passa por esse processo, que causa pequenas alterações no sabor

> Altamente perecível, deve ser consumido muito fresco e mantido sob refrigeração

 

 

Confira alguns mitos e verdades:

> O sol estraga a cerveja 
Verdade. A exposição à luz prejudica a qualidade da bebida. O vidro marrom oferece alguma proteção contra os raios, mas não funciona 100%. De qualquer maneira, guarde a cerveja em lugar escuro e fresco.

> Gelar muito a cerveja destrói o sabor
Mito. Quanto mais forte e encorpada a cerveja, menos fria ela deve estar.  Por ser leve e delicada, a pilsen merece ser servida gelada. O brasileiro costuma beber cerveja no limite do congelamento, e não há nada errado nisso. Mas congelar nunca!

> Cerveja puro malte é melhor
Mito. A lista de ingredientes da cerveja depende do estilo e do perfil sensorial que o mestre-cervejeiro quer obter.

> Quanto mais escura, mais forte é a cerveja
Mito. A cor marrom ou preta realmente causa a expectativa de uma bebida mais forte ou densa, mas isso não acontece. A tonalidade da cerveja depende da matéria-prima. Maltes de trigo são quase brancos, malte de cevada tipo pilsen dá um tom amarelo, e as variedades tostadas e carameladas completam a paleta com líquidos que vão do avermelhado ao negro intenso.

> O colarinho protege a bebida
Verdade. A camada de espuma não deixa que a cerveja tenha contato direto com o ar, Isso reduz a oxidação e a perda de gás.

Spotify divulga ranking das mulheres mais ouvidas do Brasil

Só dá ela! Anitta é a cantora mais ouvida do Brasil no Spotify atualmente. A cantora possui 19,8 milhões de ouvintes mensais na plataforma de streaming. O Spotify divulgou o Top 10 das mais escutadas nesta semana.

Além dela, completam o pódio Marília Mendonça e Luísa Sonza. Marília é a segunda mais escutada, com 7,4 milhões de ouvintes mensais. Luísa, por sua vez, ocupa o 3º lugar, com 6,6 milhões de ouvintes mensais. As duas estão com lançamentos recentes bombando.

Por incrível que pareça, o pop domina o Top 10 das cantoras mais ouvidas do Brasil. Além de Anitta e Luísa Sonza, também estão na lista Ludmilla, Giulia Be e IZA. Ivete Sangalo representa o axé, Lauana Prado e Yasmin Santos o sertanejo e Bianca o funk.

 

Veja a lista completa das cantoras solo mais ouvidas:

01) Anitta – 19,8 milhões de ouvintes mensais
02) Marília Mendonça – 7,4 milhões de ouvintes mensais
03) Luísa Sonza – 6,6 milhões de ouvintes mensais
04) Ludmilla – 5,8 milhões de ouvintes mensais
05) Giulia Be – 4,7 milhões de ouvintes mensais
06) Ivete Sangalo – 4,3 milhões de ouvintes mensais
07) Lauana Prado – 4,2 milhões de ouvintes mensais
08) IZA – 3,9 milhões de ouvintes mensais
09) Bianca – 3,6 milhões de ouvintes mensais
10) Yasmin Santos – 3,2 milhões de ouvintes mensais

 

Bianca é a mais jovem da lista, com 18 anos de idade e uma carreira recém-estrada. Seu maior sucessos é “Tudo no Sigilo”, com Vytinho NG. Em contrapartida, a maior veterana da lista é Ivete Sangalo, com 48 anos de idade e 27 anos de carreira. Ela vem do hit do Carnaval “O Mundo Vai” e uma série de lançamentos na quarentena, como “Localizei”.