A tão aguardada parceria entre Major Lazer e Ludmilla veio a público. O single ”Pra te machucar” foi lançado na semana passada, com direito a divulgação do clipe no Youtube. A música conta também com a parceria da banda de pagodão baiano ÀTTØØXXÁ.
Para a produção, ‘Lud’ trabalhou mais uma vez com o diretor Felipe Sassi, que também está por trás do clipe de ”Rainha da favela”. As imagens foram gravadas no interior de São Paulo, em Itu, e trazem a cantora variando looks, indo de camisas de futebol até roupas de grife.
A canção vinha sendo trabalhada há muito tempo e não pegou os fãs da cantora de surpresa. Ainda no ano passado, em julho, ela deu uma prévia do som em uma live no Instagram. Segundo a funkeira, Diplo mostrou a base da música em janeiro de 2020.
O carnaval deste ano será diferente. Sem poder ter aglomerações, em decorrência da pandemia da covid-19, a maior festa popular do Brasil foi suspensa nos quatro cantos do país.
Pelo menos no modelo tradicional, regado de foliões, blocos, trios e glitter. Na tentativa de não deixar a tradição passar em branco, artistas e blocos trocaram os trios e as ruas por shows virtuais.
Confira agenda completa das lives de carnaval:
Sexta (12)
18h – Preta Gil, Péricles, Bell Marques e Jota Quest – e-Carnaval SulAmérica – Assista
No ano das lives, oito das 10 transmissões ao vivo de música com maior audiência no YouTube são de artistas do Brasil. Marília Mendonça fez o show ao vivo mais assistido do ano, com 3,3 milhões de visualizações simultâneas.
A cantora está à frente do fenômeno sul-coreano BTS e do tenor italiano Andrea Bocelli, os dois nomes internacionais na lista. Além da liderança, Marília também ocupa a 8ª posição no ranking – ela é a única a aparecer duas vezes.
Veja, abaixo, a lista de lives mais assistidas do mundo em 2020 no YouTube
Marília Mendonça – #LiveLocalMariliaMendonca (8 de abril): 3,31 milhões de visualizações
Jorge & Mateus – Live na Garagem (4 de abril): 3,24 milhões de visualizações
Andrea Bocelli (12 de abril): 2,86 milhões de visualizações
Gusttavo Lima (11 de abril): 2,77 milhões de visualizações
Sandy & Junior (21 de abril): 2,55 milhões de visualizações
Leonardo – #CabareEmCasa (1º de maio): 2,52 milhões de visualizações
BTS (18 de abril): 2,31 milhões de visualizações
Marília Mendonça – #TodosOsCantosDeCasa (9 de maio): 2,21 milhões de visualizações
Henrique & Juliano (19 de abril); 2,06 milhões de visualizações
Bruno e Marrone (16 de maio): 2,05 milhões de visualizações
“Graveto”, música de Marília Mendonça, tem o clipe musical mais visto do YouTube no Brasil em 2020. Lançado em janeiro, o vídeo acumula mais de 230 milhões de visualizações na plataforma. O YouTube divulgou nesta terça-feira (1º) o ranking das publicações musicais mais acessadas do ano. A lista é feita com base em visualizações locais de videoclipes oficiais, entre os dias 1º de janeiro e 15 de novembro.
A dupla Henrique e Juliano, com “Volta por baixo”, e o MC Niack, com “Oh Juliana”, completam o pódio. O grupo de forró Barões da Pisadinha é o único que aparece duas vezes no ranking, na quarta e quinta posições, com “Basta você me ligar” (com participação de Xand Avião) e “Recairei”, respectivamente.
Veja, abaixo, o top 10 de vídeos musicais mais vistos em 2020 no YouTube do Brasil:
Marília Mendonça – “Graveto”
Henrique e Juliano – “Volta por baixo”
MC Niack – “Oh Juliana”
Os Barões da Pisadinha – “Basta você me ligar” (ft. Xand Avião)
Os Barões da Pisadinha – “Recairei”
Dennis & MC Don Juan – “Te prometo”
Poesia Acústica #9 – “Melhor Forma” (L7NNON, CHRIS, Xamã, Lourena, Cesar Mc, Djonga e Filipe Ret)
Tem novidade na área nesta sexta-feira (4). O cantor e compositor juiz-forano, Victor Delduca, lança a segunda música de trabalho “Sofrendo Calado”. A canção fala de uma história de amor, orgulho, tempo perdido e arrependimento. A faixa será lançada em todas as plataformas digitais. Além do lançamento, a estreia vem acompanhada do clipe, que será divulgado oficialmente, às 16h, no canal do cantor no YouTube.
“Sofrendo Calado” surgiu em um conversa de WhatsApp entre Victor e a também cantora e compositora Jady Garcia: “História linda que eu e o Victor escrevemos por uma conversa de WhatsApp, que ultrapassa o egoísmo do amor, o que hoje em dia é raro”. Victor duvidava desse resultado, “de início pensei que não sairia dali algo que fosse realmente agradável aos ouvidos, até por que era a primeira vez em que estávamos compondo nesse formato. Nos surpreendemos muito, pois tudo o que Jady me mandava e tudo o que eu mandava pra ela casava perfeitamente.”
O primeiro lançamento foi “Não Sou Mais Eu” que, em apenas seis meses, bateu mais de 60.000 execuções no Spotify. Nos vídeos caseiros de covers, o reconhecimento de artistas renomados como Bruno Araujo, Yasmin Santos, Exaltasamba e Thiaguinho foram muito importantes para reconhecimento do talento de Victor no último ano.
O vídeo de maior destaque do cantor é o cover de “Deixa Tudo como Tá” do Thiaguinho, que já está com mais de 26.000 visualizações. No Instagram, o cantor reúne mais de 3.600 seguidores e possui mais de 13.000 interações com seus conteúdos.
Margarida Salomão, do PT, foi eleita a primeira mulher prefeita na história de Juiz de Fora. Ela tem 70 anos e nasceu em Juiz de Fora. É professora universitária, formada em Letras pela UFJF, com mestrado em Linguística pela UFRJ e doutorado pela Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos. Foi reitora da UFJF por dois mandatos consecutivos, entre 1998 e 2006.
Na carreira política, foi secretária municipal de Administração e de Governo da Prefeitura de Juiz de Fora entre os anos 1983 e 1988. É deputada federal pelo Partido dos Trabalhadores desde 2013. Esta é a quarta vez que Margarida disputa o cargo de chefe do Executivo. Em todas as eleições, a deputada chegou ao segundo turno.
A eleição da coligação “Juiz de Fora vale à pena” dará ainda ao vereador Kennedy Ribeiro (PV) o posto de vice-prefeito. Eleito para o primeiro mandato enquanto vereador em 2016, Kennedy abriu mão de buscar a reeleição neste ano para integrar uma chapa majoritária.
Números absolutos
A diferença entre eles, no segundo turno, foi de 26.180 votos. Margarida Salomão teve 144.529 votos e Wilson Rezato 118. 349. No primeiro turno, em 15 de novembro, a deputada federal conquistou 102.486 e o empresário 59. 633. Ainda, na primeira etapa da Eleições Municipais, a diferença entre eles foi de 42.853.
Em relação aos votos válidos, o segundo turno contou com 290. 842 contra 296.356 do primeiro. Em números exatos, o primeiro turno contou com 12.532 votos em branco e 24.103 eleitores anularam. Já neste domingo, (29) o total de votos em branco foi de 7.992 e 19. 972 votos nulos. O número de abstenção é o seguinte: primeiro 113. 988 e o segundo 119. 497.
Com quase de um século de existência, exatamente 91 anos, depois a gente explica essa conta certinha, o sertanejo é um dos estilos musicais brasileiros mais amados. Não importa a sua idade, classe social, muito menos de onde você seja, com certeza pelo menos uma música sertaneja já marcou algum momento da sua vida.
Mas, muito se engana quem acha que o gênero sempre foi assim. Ao longo de tantos anos de estrada, muita coisa mudou. A cronologia é grande! O sertanejo vai do relato da vida no campo a tramas de traição e intrigas nas cidades grandes. As letras e o ritmo foram variando de acordo com o gosto, com o estilo dos cantores e com a modernização dos instrumentos.
Com tanta mudança ao longo desses anos, que tal conhecer agora, em detalhes, a história do sertanejo e quais foram os artistas que marcaram a sua evolução?
Como o sertanejo começou?
Durante a colonização brasileira, as modas de viola eram muito comuns entre os portugueses. Em uma roda, as pessoas se reuniam para comer, beber e contar histórias.
Foram os europeus que trouxeram esse instrumento e esse costume para as nossas terras. Além disso, os jesuítas também já usavam a viola para cantar canções católicas para os índios e para promover festas religiosas.
Foto: Roleta Online Betway
No entanto, de acordo com os estudiosos e historiadores, as primeiras composições de fato classificadas como sertanejo só apareceram no Brasil em 1929, (91 anos!) com o pesquisador, escritor, compositor e humorista Cornélio Pires. Ele queria divulgar o modo de vida do caipira para o restante do país através de músicas e peças teatrais. Por isso, o início desse estilo foi representado por canções sobre a vida no campo e os costumes do interior. Só um tempo depois é que o homem da cidade começou a aparecer nas letras.
Os primeiros grandes sucessos do sertanejo
Foi também na década de 1920 que figuras marcantes do sertanejo começaram a surgir, aquelas composições conhecidas como sertanejo raiz ou música caipira que tocam no “modão” da Alô FM.
A dupla Tonico e Tinoco, por exemplo, foi formada naquela época e ainda é muito lembrada atualmente, desde os fãs mais antigos até as novas gerações.
Sem falar nas canções que foram lançadas nesse início e são consideradas os primeiros grandes sucessos do estilo, como O Menino da Porteira.
A evolução instrumental do sertanejo
No início, os músicos que tocavam e cantavam sertanejo utilizavam, basicamente, a viola caipira, a gaita e outros instrumentos regionais. Com o passar dos anos, esse formato evoluiu e outros foram incluídos, como a harpa e o acordeão.
Por incrível que pareça, a mudança também foi motivada pelo final da 2ª Guerra Mundial, em que ritmos europeus, como a polca, foram incorporados às composições nacionais. Inspirados pelos artistas internacionais, Milionário e José Rico, por exemplo, passaram a usar o violino e o trompete em suas canções.
Além disso, o formato tradicional da dupla formada apenas por homens foi ficando para trás. Em 1945, os primeiros nomes femininos do sertanejo surgiram, com destaque para Cascatinha e Inhana e as Irmãs Galvão. Elas foram as precursoras do feminejo que conhecemos hoje!
Como o sertanejo se modernizou então?
Ele ultrapassou os obstáculos e conseguiu a tão sonhada modernização. Mas isso só aconteceu entre as décadas de 1960 e 1970, quando o country americano dominou as rádios do Brasil. Essa influência proporcionou aos músicos brasileiros contato com uma nova forma de compor.
Com a chegada da guitarra elétrica, o estilo foi evoluindo cada vez mais e o instrumento fez com que as canções ficassem mais modernas e aprimoradas. Foi então que as canções mais tradicionais, que retratavam a vida simples no interior, começaram a se tornar mais parecidas com as que conhecemos hoje. E o público respondeu de forma muito positiva!
E o romantismo, quando apareceu?
Em 1980, o sertanejo alcançou novos patamares entre os estilos musicais brasileiros. Ele começou a ser tocado nas rádios, em todos os horários, desde os programas matutinos até os noturnos. Foi nessa época também que as duplas começaram a incluir elementos românticos em suas letras. Trechos sobre a solidão, o abandono e a tristeza de perder um grande amor foram aparecendo e conquistaram o público na hora! Tornou-se uma música comercial, passando a ser trilha de novelas de grande sucesso com canções como “Fio de Cabelo”, “É o amor”, “Evidências” e tantas outras.
E a gente nem precisa citar as duplas que souberam (e ainda sabem) fazer isso muito bem, não é mesmo? Chitãozinho & Xororó, Leandro & Leonardo, João Paulo e Daniel, Zezé Di Camargo & Luciano com sucessos que até hoje emocionam os fãs.
Nalva Aguiar e Roberta Miranda foram as mulheres que tomaram conta do cenário sertanejo nesse período. Roberta Miranda chegou a vender um milhão de cópias em seu primeiro disco, com músicas embaladas por letras românticas que tratavam dos relacionamentos, sofrimento e ausência da pessoa amada.
Como surgiu o sertanejo universitário?
Lembra que, bem no início, as músicas sertanejas eram voltadas para o homem do campo e a vida bucólica no interior? Pois é, essa realidade mudou e o estilo acabou dominando as grandes cidades, as festas e os jovens.
Na virada do milênio, a música sertaneja recebeu forte influência do ritmo eletrônico, funk carioca e pop, dando origem ao sertanejo universitário e conquistando um público mais jovem. Duplas como Maria Cecília & Rodolfo, César Menotti & Fabiano, Victor & Léo, Jorge & Mateus e os cantores Luan Santana, Gusttavo Lima, Michel Teló e muitos outros levaram seus fãs à loucura.
Para se ter uma ideia do reconhecimento, duplas passaram a exportar suas músicas numa pegada made in Brazil, mais popularmente conhecida como made in roça, com shows que hoje chegam a custar meio milhão de reais, como da dupla Jorge & Mateus (segundo o site Movimento Country) atravessando fronteiras em turnês no continente Europeu e América do Norte.
Mulherada dominando
O sertanejo já foi dominado por homens, mas não dá para disfarçar as evidências: graças ao feminejo, as mulheres invadiram a cena ao falarem sobre sororidade empoderamento, amor próprio e muuuita sofrência. Para cantar em coro!
É nesse cenário, em 2011, que as mulheres dão a volta por cima e denunciam o preconceito dentro do cenário sertanejo. As responsáveis por essa transformação foram Marília Mendonça, Simone & Simaria, Naiara Azevedo, Maiara e Maraísa. Esse novo conceito de música sertaneja feita por mulheres recebe o nome de feminejo.
Em 2016, “Infiel”, de Marília Mendonça, e “10%”, de Maiara e Maraísa, ocuparam o 1º e o 3º lugares, respectivamente, das músicas mais ouvidas no Brasil — e até hoje o sucesso é garantido. É pelas suas letras e histórias de vida que elas incentivam as mulheres a lutarem por direitos iguais e amor-próprio.
As letras das músicas do feminejo permitem que as mulheres vivam todos os sentimentos sem culpa ou vergonha. O tom feminista é presente, exaltando as vontades femininas que antes eram tão reprimidas.
As cantoras incentivam a punição aos homens que traem, e cantam e denunciam o choro causado pela violência doméstica e a mudança do comportamento delas perante a sociedade. As letras dialogam incentivando as mulheres a expressarem seus sentimentos e suas vontades, afirmando que elas podem beber, ficar no boteco, fazer sexo sem compromisso, entre outros assuntos.
A música causa essa identificação com o público e ganha espaço cada vez mais crescente. Além disso, elas incentivam a autoaceitação e a autoestima elevada para decidirem sobre o seu corpo e as suas vidas.
A era das lives
Devido a pandemia do coronavírus, foi preciso se reinventar. E, graças a internet, a interação com o público foi mantida, mesmo que à distância. Artistas se adaptaram à nova realidade. Os palcos deram lugar a cenários mais intimistas, criados dentro da própria casa dos cantores, estreitando uma aproximação ainda maior entre público e artista.
As grandes aliadas nesta nova era foram as plataformas digitais. Uma pesquisa feita pelo site de roleta online Betway Cassino, evidencia o consumo da música sertaneja em serviços de streamings como Youtube, Apple Music e Deezer.
Segundo a UBC – União brasileira de compositores – um levantamento feito em abril de 2019 mostrou que o segmento digital cresceu 117%, em apenas um ano, provando a força da cultura musical sertaneja.
No dia 15 de novembro, 147,9 milhões de brasileiros poderão votar para prefeitos e vereadores em 5.568 municípios. A eleição será decidida nesse dia mesmo no caso das cerca de 57 mil vagas para vereador e dos cargos de prefeito e vice-prefeito das cidades com menos de 200 mil eleitores.
Como, ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos, a votação no Brasil se dá eletronicamente, a apuração não demora a começar, e muitos resultados poderão ser conhecidos ainda no domingo.
No dia da votação
Horário: das 7h às 17h. Quem estiver na fila às 17h poderá votar, mesmo que só chegue à urna depois do horário. Para pessoas com 60 anos ou mais, o horário entre 7h e 10h é preferencial.
Onde votar: na zona e seção indicadas no título eleitoral. Quem não tem título em mãos, pode consultar o local de votação no site do TSE.
Ao todo, são cerca de 95 mil locais de votação em todo o país e 401.950 seções eleitorais.
Documentos: é preciso levar um documento oficial de identificação com foto. Pode ser carteira de identidade, de trabalho, de motorista, certificado de reservista, passaporte ou carteira de categoria profissional reconhecida por lei. Levar o título de eleitor é recomendável, mas não obrigatório (mesmo quem perdeu o título pode votar).
Desde 2018, é possível usar o chamado e-título (saiba mais aqui), um aplicativo para celulares e tablets desenvolvido pelo TSE. Se o eleitor já tiver feito o cadastramento biométrico, a versão do e-título virá acompanhada da foto do eleitor, não sendo necessário levar nenhum outro documento na hora de votar. Por meio do documento digital é possível, inclusive, justificar o voto e obter o comprovante de votação.
Também desde 2018 a Justiça Eleitoral passou a permitir o uso do nome social no título de eleitor e, nestas eleições, 9.985 pessoas utilizarão esse direito no documento.
Se não votar: quem deixa de votar e não justifica a ausência recebe multa e uma série de sanções. Entre elas, não pode assumir cargo público nem obter empréstimo em bancos do governo. Também não pode tirar passaporte nem carteira de identidade. E se deixar de votar em três eleições consecutivas, não se justificar e não pagar a multa, terá o título cancelado.
Como justificar: quem estiver fora do domicílio eleitoral no dia da eleição e não votar tem que justificar a ausência. É preciso preencher requerimento disponível em locais de votação e site do TSE e tribunais regionais eleitorais. No dia da eleição, o eleitor deve entregar o requerimento em qualquer local de votação ou em pontos de justificativa.
Voto em trânsito: só é válido para a eleição presidencial.
Quem deve votar: o voto é obrigatório para os cidadãos de 18 a 70 anos. É facultativo para analfabetos, para jovens entre 16 e 17 anos e para quem tem mais de 70 anos.
Cidadãos brasileiros no exterior: para quem tem domicílio eleitoral no exterior, o exercício do voto é exigido apenas nas eleições para presidente e vice-presidente da República. Se o cidadão brasileiro mora no exterior, mas ainda tem o seu título de eleitor vinculado a uma zona eleitoral no Brasil, precisará justificar a sua ausência nas eleições, caso falte a qualquer um dos turnos de votação.
Acessibilidade: eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida podem solicitar atendimento especial. Também podem contar com a ajuda de pessoa de confiança no momento de votar.
Prisões e detenções: o eleitor não pode ser preso desde cinco dias antes da eleição até 48 horas após o término da votação, exceto em caso de flagrante, por sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo-conduto.
Já os candidatos, membros da mesa de votação e fiscais de partido têm o período da proibição da prisão alargado, começando 15 dias antes da votação e terminando igualmente 48 horas depois do encerramento da eleição.
Lei Seca: esta não é uma obrigatoriedade imposta pelo sistema eleitoral brasileiro. A decisão de proibir ou não a venda de bebida alcoólica no dia da eleição compete às secretarias de Segurança dos estados e aos tribunais regionais eleitorais.
Na seção eleitoral
Mesários: organizam a seção eleitoral e conduzem a votação. Os mesários não são remunerados, mas recebem auxílio-alimentação e têm direito a dois dias de folga no trabalho para cada dia de atuação.
Identificação biométrica: diante das medidas sanitárias adotadas em razão da pandemia causada pelo coronavírus, a Justiça Eleitoral decidiu excluir o uso da biometria como meio de identificação nas eleições deste ano.
Na urna
O que não fazer no dia da votação
É proibido distribuir santinhos na seção eleitoral, mas é permitido o uso de peças de vestuário e acessórios (bonés, fitas, broches, bandanas), bem como o porte de bandeira. A manifestação do eleitor nos locais de votação deve ser “individual e silenciosa”, diz a lei.
Os mesários não podem usar vestuário ou objetos com propaganda de partido político ou candidato. Também não podem usar telefone celular no local de votação.
É proibido levar telefone celular ou câmera fotográfica para a cabine de votação.
No dia da eleição, são proibidos comícios e carreatas, propaganda de boca de urna e uso de alto-falantes e amplificadores de som. E, até o término do horário de votação, são proibidas aglomerações de pessoas com roupa padronizada e propaganda, com ou sem uso de veículos.
Tanto a compra como a venda de votos são crimes eleitorais, puníveis por até quatro anos e pagamento de multa, podendo ter . Além disso, o candidato pode ter o registro ou o diploma cassados.
A Prefeitura de Juiz de Fora anunciou na manhã desta sexta-feira (23) as novas regras para a Onda Verde do programa estadual “Minas Consciente”. O decreto que oficializa o avanço de fase será publicado no sábado (24) e vale a partir da data. As novas regras foram aprovadas pelo Comitê Municipal de Enfrentamento e Prevenção à Covid-19 que se reuniu na noite desta quinta-feira, 22, por meio de videoconferência.
Confira os principais pontos do novo decreto:
Atividade de ensino curricular
Apesar de liberadas na “onda verde”, as atividades de ensino curricular, descritas no plano estadual “Minas Consciente” como educação infantil, educação fundamental e ensino médio, continuam proibidas no município. A PJF instituiu uma comissão formada por técnicos das secretarias de Educação e de Saúde, Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), além de representantes do Conselho Municipal de Educação e do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino da Região Sudeste de Minas Gerais – Sinepe/Sudeste para estabelecer os protocolos de retorno das atividades escolares presenciais, bem como o cronograma para a retomada.
Educação Superior
Foram liberadas as aulas práticas de cursos de saúde com atendimento ao público e estágios dessa área para faculdades particulares. Já a UFJF tem autonomia para definir suas atividades.
Bares e restaurantes
Ampliação do horário de funcionamento dos bares e restaurantes que podem funcionar, agora, entre 10h a meia-noite. Antes, a permissão era até as 22h. Apesar das atividades de entretenimento estarem liberadas nos bares nesta nova “onda”, o Comitê decidiu ser mais restritivo, vedando essa mudança. A justificativa é que essas atividades, como música ao vivo, facilitam que as pessoas fiquem mais em pé, gerando aglomeração, bem como fazendo com que as pessoas fiquem mais tempo nos espaços.
Permanecem a proibição do autosserviço e a ocupação máxima de 50% dos espaços. Também estão proibidas as vendas de qualquer produto para o público em pé nestes estabelecimentos.
Segundo a Secretaria de Meio Ambiente e Ordenamento Urbano (Semaur), desde o início da flexibilização dos bares, com possibilidade de consumo interno, já foram apresentadas 252 reclamações de inobservância aos protocolos e, em quase toda a totalidade, as reclamações procediam, sendo o setor mais demandado pela fiscalização.
Eventos
De acordo com o “Minas Consciente”, ficam autorizados os eventos, reuniões e atividades seguindo o preconizado na deliberação do Comitê Estadual Extraordinário Covid-19 de número 17. Nessa prerrogativa, estão autorizados os eventos, resguardando-se o distanciamento de quatro metros quadrados por pessoa, em locais abertos. Em locais fechados, a distância obrigatória por pessoa será de dez metros quadrados. Eventos de grande porte devem observar as legislações municipais e estaduais já existentes em concomitância com os regramentos do plano “Minas Consciente” e da Deliberação Normativa 17.
Atividades extracurriculares
Elencadas na “onda amarela” do “Minas Consciente”, as chamadas atividades extracurriculares como cursos de idioma, academias de dança, cursos de informática, profissionalizantes, dentre outros, estavam liberadas com restrições no município, sendo aprovadas somente após aprovação de protocolos apresentados junto à Vigilância Sanitária. Com o avanço para a “onda verde”, essas atividades ficam liberadas dentro do âmbito do programa “Minas Consciente”.
Atividades de ginástica e de condicionamento físico
Com o avanço para a “onda verde”, flexibiliza-se a limitação de usuário por metragem: passa ser de quatro metros quadrados a limitação usual da metragem. Mantém-se a obrigatoriedade de uso de máscaras de proteção facial, além da restrição de utilização de vestiários para atividades que não sejam as de lavatório ou sanitários.
As aulas coletivas continuam liberadas, agora com o resguardo do espaçamento de quatro metros quadrados entre os indivíduos. Todos os demais protocolos seguem o regramento colocado pelo plano estadual “Minas Consciente”, tais como: os usuários passam a ser responsáveis pela higienização dos assentos e manoplas para utilização, ficando o estabelecimento responsável pela higiene conforme as regras gerais dos protocolos sanitários; observância da distância mínima de dois metros entre os usuários dos equipamentos. As academias com atividades aquáticas deverão observar o limite de 50% da capacidade de cada piscina e não mais 30%.
Clubes Sociais
Os clubes poderão trabalhar observando o limite máximo de 50% da capacidade de espaço físico, ao contrário dos 30% atuais. Saunas e áreas de churrasqueiras continuam proibidas. As piscinas poderão funcionar com 50% de sua capacidade. Atividades esportivas coletivas continuam autorizadas, sendo agora, o espaçamento de um indivíduo a cada quatro metros quadrados. Vestiários continuam impedidos para banho. Quadras e campos de futebol estão liberados. Bares e academias podem funcionar seguindo os protocolos estabelecidos para suas atividades.
Atividades esportivas
Fica permitida a atividade de locação de campo e quadras de futebol, o que antes era vedada. Entretanto, permanece proibida a presença de público, assim como nas demais atividades já liberadas na “onda amarela”. Estádios de futebol, sem presença de público, continuam liberados, ainda, apenas para atividades profissionais.
Cinema
O setor de cinema fica autorizado a retomar suas atividades, mantendo o espaçamento de um indivíduo a cada dez metros quadrados. Os demais protocolos seguirão o regramento do programa estadual.
Atividades Artísticas
Ficam autorizadas as atividades artísticas criativas e de espetáculo como teatro, dança, espetáculos circenses, dentre outros, seguindo os protocolos do “Minas Consciente”, mantendo o espaçamento mínimo de dez metros quadrados por pessoa.
Espaço de festas e eventos
Ficam liberados os serviços de locação de espaço de festas e eventos, bem como as atividades relacionadas como filmagens, fotografias, serviços de buffet, sonorização, iluminação, etc. Nestes locais, deverão ser obedecidos o disposto na deliberação normativa 17 do Comitê Extraordinário Estadual, bem como os protocolos do “Minas Consciente”.
Outras atividades liberadas
Seguindo o regramento do “Minas Consciente”, ficam liberadas outras atividades como: promoção de vendas, feiras de artesanato, estandes para exposição, atividades de organizações associativas, boliches, estúdios de tatuagem e colocação de piercings, dentre outras.
Atividades vedadas
Mesmo liberadas na “onda verde”, o Comitê decidiu restringir, por questão sanitária, as seguintes atividades: parques de diversão, discotecas, danceterias, salões de dança e similares. Também ficam proibidas as atividades de serviços na modalidade de sauna e banhos.
As atividades não elencadas no decreto municipal, automaticamente estão atreladas ao regramento do programa “Minas Consciente”, tendo em vista que o decreto municipal vigente adere às deliberações do programa, sendo apenas decretado o que se coloca mais restritivo.
Após 15 dias na “onda verde”, o Comitê realizará nova avaliação e poderá flexibilizar as situações mais restritivas adotadas em âmbito local.