Consumo de rádio aumenta em meio à pandemia

O rádio pode acabar!”, “Ih, com a chegada da TV, duvido que o rádio aguenta a pressão!”, “Que mané rádio! Pra quê? A gente tem tecnologia e internet!”. Quem nunca ouviu ou até comentou algo desse tipo? Quem nunca? Mas, na contramão das previsões e dos comentários equivocados, esse veículo de comunicação, além de completar seu centésimo aniversário daqui a dois anos e sem indícios de final de vida, presencia números cada vez maiores de audiência. Especialmente, aqui no país.

A reinvenção foi uma das peças-chave para que essa ferramenta – pioneira na transmissão da voz humana – vencesse o que seriam os “monstros” da concorrência, enfrentasse crises mundiais que atingiram setores como a saúde e a economia de diversos países, incluindo o Brasil, e ainda continuasse a ser um dos veículos mais consumidos daqui.

Quer um exemplo atual de que, possivelmente, nada abala as estruturas do rádio? A crise provocada pelo novo coronavírus. Pode parecer mentira (principalmente se levarmos em consideração as plataformas de streamings que estão bombando!), mas os dados comprovam que as pessoas passaram a escutar mais o rádio durante a quarentena e, algumas delas, até em quantidade maior do que antes de a Covid-19 se disseminar pelo país.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Kantar Ibope Media em 13 regiões metropolitanas do Brasil, 71% dos entrevistados afirmaram consumir a mesma quantidade ou mais de conteúdo radiofônico, em comparação com o período anterior à pandemia. Outros 20% disseram consumir muito mais rádio do que ouviam antes, em período de circulação normal.

Para se ter uma ideia do quanto a crise provocada pela Covid-19 no país afetou positivamente o rádio, em fevereiro deste ano, os ouvintes escutavam, em média, 4 horas e dois minutos por dia, geralmente no trajeto entre o trabalho e a casa. Mas em tempos de confinamento, a média subiu para 4 horas e 10 minutos.

Neste contexto, o que coloca a performance do rádio como destaque positivo em meio à pandemia vai além da reinvenção. Para a professora e coordenadora dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Estácio de Sá Juiz de Fora, Aline Maia, as próprias características que o diferenciam dos outros veículos são os responsáveis para que os cidadãos, neste momento de quarentena, redescubram esse meio de comunicação. “O rádio trabalha a oralidade e exige de quem o acompanha basicamente um sentido: o ouvir. Então, mesmo as pessoas que não sabem, tenham dificuldade ou não gostam de ler – de todas as idades – conseguem acompanhar uma mídia que fala para elas, a língua delas”, explica.

A pesquisa da Kantar Ibope também mostra que o dial AM/FM segue como a principal plataforma de consumo, utilizado por 84% dos entrevistados. A internet (streaming) foi usada por 19% dos ouvintes, sendo que 12% dos entrevistados afirmaram ter consumido o conteúdo de rádio por transmissões no YouTube. “O rádio é uma mídia de baixo custo para as pessoas consumirem, é uma mídia popular. Então, todas as classes sociais têm acesso a esse meio de comunicação. E, como uma alternativa à internet, televisão, ele desponta de novo enquanto mídia democrática, acessível e que conversa com o público”, esclarece Aline.

Outro fator que também colabora para o crescimento do consumo do rádio na pandemia é, segundo a professora, a mobilidade, já que o rádio “permite que você faça outras atividades, enquanto escuta e acompanha a programação”.

A fala de Aline Maia corrobora com a da professora e coordenadora dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da UniAcademia, Gilze Bara: “Como tem muita gente em home office e estudando em casa, as pessoas podem estar com o rádio ligado, enquanto fazem seus trabalhos, sejam eles profissionais ou escolares. Isso também pode ter ajudado a aumentar a audiência”.

 

O que eles preferem ouvir?

Os entrevistados da Kantar Ibope Media também falaram sobre a preferência ao escutar rádio: 52% procuram por músicas, 50% estão em busca de distração e 43% utilizam o veículo para se manterem informados sobre os últimos acontecimentos. Outros 23% afirmaram que consomem notícias em busca de atualizações sobre o coronavírus e 10% acessam reportagens radiofônicas para preencher o tempo livre.

“O rádio sempre foi um amigo dos ouvintes, um companheiro. E acho que, neste momento em que passamos por uma situação tão grave, esses vínculos estão sendo confirmados e até aumentados. As pessoas estão ouvindo mais rádio por dois motivos: para saber o que está acontecendo, para saber as informações (já que) elas sabem que o rádio traz as notícias quentes, do momento. E o outro motivo é justamente para se entreter porque, em momentos tão difíceis como os que a gente está vivendo, as pessoas precisam disso (distração) e, por isso, também usufruem do entretenimento que o rádio proporciona”, explica Gilze Bara.

Com todas as evidências de que o rádio não foi prejudicado (pelo contrário, né?), nem com a chegada da pandemia – que modificou diversos aspectos na vida dos brasileiros – não restam dúvidas de que ele jamais será carta fora do baralho. Vida longa ao rádio…e que comecem as comemorações ao seu centenário!

“Seja, viva, ouça e sinta o rádio. Você faz parte disso.”

Dia da Cerveja! Confira algumas curiosidades sobre a paixão mundial

Amada por muitos, principalmente pelos brasileiros, a cerveja é, atualmente, a bebida alcoólica mais consumida de todo o mundo. Por incrível que pareça, ela ultrapassou em volume até o vinho, e seus diferentes estilos e sabores são apreciados em todo o planeta. Por isso, nada mais natural do que a criação do Dia Internacional da Cerveja.

A data é comemorada em mais de 50 países, sempre na primeira sexta-feira do mês de agosto. Ela foi criada em 2007, mas a primeira cerveja do mundo surgiu há mais de 11 mil anos, na região onde hoje fica o Irã e o Iraque.

O nome “cerveja” vem da deusa grega Ceres, conhecida como a deusa da fertilidade e da agricultura, explica Leon Maas, mestre-cervejeiro da Cervejaria Ambev: “Ela é a bebida mais variada que existe quando o assunto é sabor. O amargor, que geralmente vem do lúpulo, é imperceptível em alguns estilos. Tem as doces, ácidas e até ligeiramente salgadas.”

 

Existem, basicamente, quatro escolas de cerveja: a alemã, a belga, a britânica e a americana. A American Lager, mais leve, é a mais consumida no mundo. No Brasil, o estilo é chamado de Pilsen.

No Egito Antigo, os trabalhadores que ergueram as grandes pirâmides eram pagos com cerveja. Sua ração diária era de cinco litros, entretanto, era muito menos alcoólica do que a moderna.

Na Idade Média, ela manteve o status de alimento. Um dos poucos alimentos seguros naquela época, pois era fabricada com higiene pelos monges católicos. Na liturgia da Igreja, aliás, a bebida foi incorporada como substituta das comidas sólidas nos períodos de jejum.

 

Extra!

Aqui no Brasil, o dia 5 de junho, é comemorado o Dia da Cerveja Brasileira! A data foi instituída em 2012, como forma de celebrar a cultura cervejeira nacional. O dia foi escolhido em homenagem ao Sr. Ruprecht Loeffler, grande mestre cervejeiro da cervejaria Canoinhense, que faria aniversário neste dia. O Sr. Ruprecht Loeffler faleceu em 2011, aos 93 anos e foi, até então, o mestre cervejeiro mais antigo em atividade no Brasil.

 

Veja algumas curiosidades: 

> A melhor cerveja é sempre aquela mais fresca

> A cerveja de garrafa tem a rotatividade maior do que a de latinha.

> A diferença entre cerveja e chope nada tem a ver com a garrafa e o barril.

> A cerveja é pasteurizada para resistir vários meses, enquanto o chope não passa por esse processo, que causa pequenas alterações no sabor

> Altamente perecível, deve ser consumido muito fresco e mantido sob refrigeração

 

 

Confira alguns mitos e verdades:

> O sol estraga a cerveja 
Verdade. A exposição à luz prejudica a qualidade da bebida. O vidro marrom oferece alguma proteção contra os raios, mas não funciona 100%. De qualquer maneira, guarde a cerveja em lugar escuro e fresco.

> Gelar muito a cerveja destrói o sabor
Mito. Quanto mais forte e encorpada a cerveja, menos fria ela deve estar.  Por ser leve e delicada, a pilsen merece ser servida gelada. O brasileiro costuma beber cerveja no limite do congelamento, e não há nada errado nisso. Mas congelar nunca!

> Cerveja puro malte é melhor
Mito. A lista de ingredientes da cerveja depende do estilo e do perfil sensorial que o mestre-cervejeiro quer obter.

> Quanto mais escura, mais forte é a cerveja
Mito. A cor marrom ou preta realmente causa a expectativa de uma bebida mais forte ou densa, mas isso não acontece. A tonalidade da cerveja depende da matéria-prima. Maltes de trigo são quase brancos, malte de cevada tipo pilsen dá um tom amarelo, e as variedades tostadas e carameladas completam a paleta com líquidos que vão do avermelhado ao negro intenso.

> O colarinho protege a bebida
Verdade. A camada de espuma não deixa que a cerveja tenha contato direto com o ar, Isso reduz a oxidação e a perda de gás.

Spotify divulga ranking das mulheres mais ouvidas do Brasil

Só dá ela! Anitta é a cantora mais ouvida do Brasil no Spotify atualmente. A cantora possui 19,8 milhões de ouvintes mensais na plataforma de streaming. O Spotify divulgou o Top 10 das mais escutadas nesta semana.

Além dela, completam o pódio Marília Mendonça e Luísa Sonza. Marília é a segunda mais escutada, com 7,4 milhões de ouvintes mensais. Luísa, por sua vez, ocupa o 3º lugar, com 6,6 milhões de ouvintes mensais. As duas estão com lançamentos recentes bombando.

Por incrível que pareça, o pop domina o Top 10 das cantoras mais ouvidas do Brasil. Além de Anitta e Luísa Sonza, também estão na lista Ludmilla, Giulia Be e IZA. Ivete Sangalo representa o axé, Lauana Prado e Yasmin Santos o sertanejo e Bianca o funk.

 

Veja a lista completa das cantoras solo mais ouvidas:

01) Anitta – 19,8 milhões de ouvintes mensais
02) Marília Mendonça – 7,4 milhões de ouvintes mensais
03) Luísa Sonza – 6,6 milhões de ouvintes mensais
04) Ludmilla – 5,8 milhões de ouvintes mensais
05) Giulia Be – 4,7 milhões de ouvintes mensais
06) Ivete Sangalo – 4,3 milhões de ouvintes mensais
07) Lauana Prado – 4,2 milhões de ouvintes mensais
08) IZA – 3,9 milhões de ouvintes mensais
09) Bianca – 3,6 milhões de ouvintes mensais
10) Yasmin Santos – 3,2 milhões de ouvintes mensais

 

Bianca é a mais jovem da lista, com 18 anos de idade e uma carreira recém-estrada. Seu maior sucessos é “Tudo no Sigilo”, com Vytinho NG. Em contrapartida, a maior veterana da lista é Ivete Sangalo, com 48 anos de idade e 27 anos de carreira. Ela vem do hit do Carnaval “O Mundo Vai” e uma série de lançamentos na quarentena, como “Localizei”.

IV Semana Rainbow da UFJF aposta em programação on-line

Agosto é marcado como mês de celebração da diversidade em Juiz de Fora. Com a programação totalmente online, por conta da pandemia do novo coronavírus, começa na próxima segunda, dia 10 de agosto, a IV Semana Rainbow da Universidade Federal de Juiz de Fora. Assim como nas outras edições, a UFJF aposta em diversidade para atrair o público e debater questões pertinentes a comunidade LGBTQIA+.

Entre palestras, lançamentos de livros e apresentações artísticas e culturais, a abertura da solenidade conta com a participação do ativista e professor da Universidade de Brown (EUA), James Green. Ele irá abordar o assunto “A Comunidade LGBTTIQ+ no enfrentamento à pandemia e ao contexto político e social”. Para mediar a conversa, o responsável será o professor da Faculdade de Educação e diretor do Grupo de Estudos e Pesquisas em Gênero, Sexualidade, Educação e Diversidade, Anderson Ferrari.

E vai ter música também! O evento contará com a participação de Valéria Barcellos. Negra e trans, ela representou o Brasil em Montevidéu na Semana de Arte Trans e fez uma apresentação em Paris, quando venceu o Festival da Música Francesa, em 2012. Valéria participou de programas de TV, como “Astros”, em 2012, e “Amor e Sexo”, no final de 2018.

 

A programação da IV Semana Rainbow on-line ocorre de 10 a 15 de agosto, das 20h às 22h, no canal do evento no Youtube.

 

Confira a programação completa:

 

Segunda-feira – 10/08

Tema: A comunidade LGBTTTIQ+ no enfrentamento à pandemia e ao contexto político e social

20h – Conferência de abertura: James Green. A comunidade LGBTTTIQ+ no enfrentamento à pandemia e ao contexto político e social

20h50 – Exibição do curta-metragem “Queer I”

21h – Teatro do Indivíduo convida!

21h20 – Olhar diverso. Mostra dos projetos aprovados nos editais

21h30 – Show Felizes, com a cantora convidada, Valéria Barcellos

 

Terça-feira – 11/08

Tema: Raça, gênero e sexualidade

20h – Abertura

20h05 – Teatro do Indivíduo convida!

20h10 – Roda de conversa: Diálogos sobre raça, gênero e sexualidade

20h50 – Performance de Lee Brandão (drag queen convidada)

21h05 – Lançamento do livro Casulo Dandara, com a autora cearense, Vitória Holanda

21h20 – Olhar diverso. Mostra dos projetos aprovados nos editais

21h30 – Performance teatral “Vida Viada”

21h50 – Espetáculo teatral “Ofélia, a travesti gorda”

 

Quarta-feira – 12/08

Tema: Com a palavra, as mulheres!

20h – Abertura

20h05 – Teatro do Indivíduo convida!

20h10 – Roda de conversa: Diversas (na luta) por todes! Mulheres em diálogo

21h – Conferência Saúde mental em tempos de pandemia

21h20 – Olhar diverso. Mostra dos projetos aprovados nos editais

21h30 – Show da cantora juiz-forana Uiara Leiggo

 

Quinta-feira – 13/08

Tema: Empregabilidade LGBTQIA+: olhares para o futuro

20h – Abertura

20h05 – Teatro do Indivíduo convida!

20h10 – Roda de conversa Empregabilidade LGBTQIA+: olhares para o futuro

20h50 – Empreender LGBTQIA+: Relatos e experiências

21h05 – Projeto Gastromúsica por Tânia Bicalho

21h25 – Projeto Maquiarte

21h45 –  Olhar diverso. Mostra dos projetos aprovados nos editais

21h50 – Como podemos te ajudar a empreender? Sebrae Juiz de Fora apresenta estratégias para empreender

 

Sexta-feira – 14/08

Tema: Patrimônio, memória e tradição LGBTQIA+ em Juiz de Fora

20h – Abertura

20h05 – Teatro do Indivíduo convida!

20h10 – Roda de conversa: Patrimônio, memória e tradição LGBTQIA+ em Juiz de Fora

20h50 – Talk show “A hora da rainha”

21h10 – Bate-papo com a drag queen convidada de honra, Lorna Washington

21h25 – Olhar diverso. Mostra dos projetos aprovados nos editais

21h30 – Espetáculo teatral “Stonewall 50, uma celebração teatral”, com o ator Thiago Mendonça

 

Sábado – 15/08

Tema: Festival Multicores em Casa

20h – Abertura

21h10 – Show com a cantora paulista, Jup do Bairro, apresentando o recém-lançado “Corpo sem juízo”

21h50 – Festa de encerramento: Djs

 

No domingo, 16, serão reprisados os melhores momentos.

 

A Semana Rainbow acontece desde 2017 como um projeto de extensão da UFJF. O grupo realiza uma série de ações voltadas para a inclusão social da comunidade LGBTQIA+ por meio de eventos culturais. Um dos principais objetivos do evento é sensibilizar a sociedade para as questões relacionadas à homossexualidade, identidade de gênero e sexual, e trabalha o respeito à diversidade.

 

Leia também: O que significam as letras da sigla LGBTQI+? A gente te conta!

Dilsinho é o cantor brasileiro mais ouvido no Spotify

 

Dilsinho agora é o cantor brasileiro mais ouvido do Spotify. Totalizando 7.108.580 milhões de ouvintes/seguidores, essa é a primeira vez que ele atinge o topo do Spotify. Atualmente, Dilsinho está com 5 músicas no Top 200 do Spotify nacional. “Sogra” em 23°, “Libera Ela” feat Maiara e Maraísa em 31°, “Não Vai Embora” com Luísa Sonza em 32°, “Onze e Pouquinho” em 184° e ”Péssimo Negócio” em 190° lugar.

Além disso, Dilsinho ultrapassou a marca de 2 bilhões de views em seus clipes no Youtube. Hoje ele é o primeiro lugar nas rádios de todo o país no segmento samba e pagode e figura no topo da lista de mais ouvidos nas plataformas de streamings.

Prestes a lançar seu DVD na íntegra, o que acontece no dia 07 de agosto, o cantor vem colhendo somente bons frutos em sua carreira entre prêmios, indicações, projetos especiais e parcerias. Essa marca é mais uma conquista que vai entrar para seu hall de gratificações. No Youtube, Dilsinho está bem perto de bater a marca de 2 bilhões de visualizações em seus vídeos do canal. Não é incrível?

E falando em Youtube, Dilsinho segue seu cronograma de lançamento do álbum e disponibilizou na sexta-feira, dia 31 de julho, o vídeo de “3 Pulinhos”, próxima faixa do projeto “Open House” a ser divulgada em todos os aplicativos de música.

 

 

 

Lançamentos: hit de Luísa Sonza e MC Zaac, Atitude 67 e Felipe Araujo e mais!

Luísa Sonza e MC Zaac uniram forças na parceria Toma. A faixa mistura o pop e o funk, trazendo a identidade musical dos dois. O clipe é colorido, brilhante, com composições gráficas marcantes e uma série de referências. Segundo Luisa, estética foi inspirada nos anos 80, no universo de ginástica, até referências mais contemporâneas, como o K-Pop. Até o momento, o clipe conta com mais de 4 milhões de visualizações.

 

Hawái é a nova faixa de Maluma. No clipe, o colombiano vive um romance em crise e chega a invadir o casamento da ex-namorada. O single faz parte do próximo álbum do cantor, Papi Juancho.

 

Histórias é o novo EP de Mano Walter, que traz parcerias com Paula Fernandes e Márcia Fellipe. Quem também está com novidades é Yasmin Santos, que lançou o clipe de Cuidado que eu te supero.

 

O grupo Atitude 67 lançou a faixa inédita ”Eu Que Lute Pra Prestar” em parceria com o cantor Felipe Araújo. Além disso, eles também divulgaram três faixas: Borbulhas de Amor com Fagner e Diarista com Tayrone.

Black Is King, lançado na Disney+, é o novo álbum visual de Beyoncé. O lançamento foi um dos mais comentados entre os internautas nas redes sociais pela estética, referências da cultura negra e a presença de Blue Ivy nas imagens.