Mudança na Faixa Laranja em JF

A Prefeitura de Juiz de Fora alterou algumas regras da faixa laranja. Está permitido a música ao vivo em bares, sem pista de dança e sem pessoas em pé. O horário de funcionamento deve ser de 8h às 22h de domingo a terça-feira e feriados, e entre 8h30 e 00h de quarta-feira à sábado. Também está autorizada aulas coletivas em academias de ginástica desde que mantenha distanciamento. A venda de bebidas alcoólicas e o self-service estão liberados em bares, restaurantes e praça de alimentação em geral./ As alterações atendem reivindicações dos setores afetados.

 

Horário de verão pode voltar

Empresários do setor de alimentação, turismo, entretenimento pedem a volta do horário de verão. De acordo com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes e da Confederação Nacional do Turismo, a volta do horário de verão contribui com a economia de energia e com os estabelecimentos afetados pela pandemia. Em resposta, o Ministério de Minas e Energia informou que já tem estudado algumas propostas, inclusive o retorno da medida. O adiantamento do relógio foi extinto em 2019. Na época, a decisão do Governo foi baseada em um estudo, que apontou pouca economia. Em geral, o horário de verão começava entre os meses de outubro e novembro e vigorava até fevereiro do ano seguinte. O objetivo era economizar energia, com o aproveitamento da luz solar, e aliviar o pico do consumo de energia.

 

Conta de luz vai ficar ainda mais cara

A conta de luz vai ficar ainda mais cara nos próximos meses. A nova bandeira tarifária, chamada de “escassez hídrica”, vai custar R$14,20 a cada 100 quilowatt-hora consumido. A mudança vai gerar um aumento de quase 7 POR CENTO na tarifa média dos consumidores. A bandeira vai valer até abril de 2022. Segundo o governo, o motivo é a piora da crise hídrica, que tem exigido medidas para não faltar energia em outubro e novembro. Os cidadãos que aderem à tarifa social não serão afetados pela nova bandeira.

O governo anunciou um programa de desconto para os consumidores reduzirem de forma voluntária o consumo de energia. A medida vai até dezembro, mas pode ser prorrogada. O desconto vai ser de 0,50 por cada quilowatt-hora para aqueles que economizarem dentro da meta de 10 a 20%. Quem economizar menos ou mais não tem direito. Segundo o governo, os recursos para bancar o desconto vão sair da taxa que já é cobrada nas tarifas de energia de todos os consumidores. O Ministério de Minas e Energia não informou se essa cobrança vai aumentar.

Salário para 2022 deve ser de R$1.169

O governo federal propôs que o salário mínimo em 2022 seja de R$1.169. O valor, que está na proposta de lei orçamentária anual, é superior ao projetado na Lei de Diretrizes Orçamentária, que fixou em R$1.147. A correção do salário mínimo é feita com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor. A equipe econômica considerou que o indicador vai ser de 6,2%, o que elevaria o benefício dos atuais R$1.100 para os R$1.169 propostos. A definição do salário mínimo é relevante porque o valor serve de base para o reajuste de benefícios como aposentadorias e pensões.

Prefeitura edita decreto e amplia restrições em Juiz de Fora

Foto: Prefeitura de Juiz de Fora

 

A Prefeitura de Juiz de Fora publicou novas restrições dentro da Onda Roxa do “Minas Consciente”. Uma delas, é que o transporte coletivo urbano deve funcionar de 5h às 20h, com a capacidade integral e sem passageiros em pé. As medidas já estão em vigor.

Segundo a Administração, com o intuito de garantir a aplicação dos protocolos sanitários e limitar a circulação em vias públicas, ficam estabelecidos horários de funcionamento diferenciados para algumas atividades.

Confira:

7h às 12h: estabelecimentos que comercializam materiais relacionados à cadeia produtiva da construção civil;

13h às 18h: estabelecimentos que comercializam insumos agrossilvipastoris, agroindustriais, alimentos para animais e pet shops;

10h às 15h: estabelecimentos de telecomunicação, internet, tecnologia da informação e processamento de dados, tais como gestão, desenvolvimento, suporte e manutenção de hardware, software, hospedagem e conectividade.

As demais atividades liberadas pelo Estado na Onda Roxa podem funcionar de 5h às 20h.

A Prefeitura também informou que a retirada em balcão de alimentos em bares, restaurantes, padarias, lojas de conveniência, lanchonetes e estabelecimentos de venda de água mineral está liberada até às 19h. O consumo nos locais não é permitido.

Já o delivery, fica autorizado, sem limitação de horário, somente para o serviço de entrega de produtos alimentícios e medicamentos.

Em caso de estabelecimentos, como supermercados e hipermercados, os mesmos devem vender apenas os produtos classificados como essenciais. 

No caso de cultos religiosos, a Prefeitura liberou as cerimônias presenciais aos domingos e os templos devem ter a ocupação máxima de 20% do total.

Confira o decreto completo aqui.

Margarida Salomão anuncia secretariado; conheça os nomes

A prefeita eleita, Margarida Salomão, anunciou os nomes do primeiro escalão a partir de  1° de janeiro.

 

Secretária de Governo – Cidinha Louzada

Secretária da Fazenda – Fernanda Finotti

Secretária de Tecnologia da Informação e Processos Administrativos: Lígia Inham

Secretária de Saúde: Ana Pimentel

Secretária de Educação: Nádia Ribas

Secretária de Cultura (Funalfa): Giane Elisa

Secretária de Assistência Social: Malu

Secretária de Planejamento: Fabíola Ramos

Secretária de Agropecuária e Abastecimento: Fabíola Paulino da Silva

Secretária de Sustentabilidade, Meio Ambiente e Atividades Urbanas: Aline Junqueira

Secretário de Comunicação Pública: Márcio Guerra

Secretário de Recursos Humanos: Rogério Freitas

Secretário de Planejamento Territorial e participação popular: Martvs das Chagas

Secretário Especial de Direitos Humanos: Biel Rocha

Secretário de Segurança Pública e Cidadania: Tadeu David

Secretário de Desenvolvimento Urbano: Júlio Teixeira

Secretário para Promoção de Competitividade, de Inovação e de Desenvolvimento Sustentável: Ignácio Delgado Filho

Secretário de Esportes e Lazer: Marcelo Matta

Secretário de Turismo: Marcelo do Carmo

Procurador Geral do Município: Carlos Delage Junqueira

Margarida Salomão é eleita prefeita de Juiz de Fora

Margarida Salomão, do PT, foi eleita a primeira mulher prefeita na história de Juiz de Fora.  Ela tem 70 anos e nasceu em Juiz de Fora. É professora universitária, formada em Letras pela UFJF, com mestrado em Linguística pela UFRJ e doutorado pela Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos. Foi reitora da UFJF por dois mandatos consecutivos, entre 1998 e 2006.

Na carreira política, foi secretária municipal de Administração e de Governo da Prefeitura de Juiz de Fora entre os anos 1983 e 1988. É deputada federal pelo Partido dos Trabalhadores desde 2013. Esta é a quarta vez que Margarida disputa o cargo de chefe do Executivo. Em todas as eleições, a deputada chegou ao segundo turno.

A eleição da coligação “Juiz de Fora vale à pena” dará ainda ao vereador Kennedy Ribeiro (PV) o posto de vice-prefeito. Eleito para o primeiro mandato enquanto vereador em 2016, Kennedy abriu mão de buscar a reeleição neste ano para integrar uma chapa majoritária.

 

Números absolutos

A diferença entre eles, no segundo turno, foi de 26.180 votos. Margarida Salomão teve 144.529 votos e Wilson Rezato 118. 349. No primeiro turno, em 15 de novembro, a deputada federal conquistou 102.486 e o empresário 59. 633. Ainda, na primeira etapa da Eleições Municipais, a diferença entre eles foi de 42.853.

Em relação aos votos válidos, o segundo turno contou com 290. 842 contra 296.356 do primeiro.  Em números exatos, o primeiro turno contou com 12.532 votos em branco e 24.103 eleitores anularam. Já neste domingo, (29) o total de votos em branco foi de 7.992 e 19. 972 votos nulos. O número de abstenção é o seguinte: primeiro 113. 988 e o segundo 119. 497.

Eleições 2020: veja o que é permitido e o que é proibido na hora de votar

No dia 15 de novembro, 147,9 milhões de brasileiros poderão votar para prefeitos e vereadores em 5.568 municípios.  A eleição será decidida nesse dia mesmo no caso das cerca de 57 mil vagas para vereador e dos cargos de prefeito e vice-prefeito das cidades com menos de 200 mil eleitores.

Como, ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos, a votação no Brasil se dá eletronicamente, a apuração não demora a começar, e muitos resultados poderão ser conhecidos ainda no domingo.

 

No dia da votação

Horário: das 7h às 17h. Quem estiver na fila às 17h poderá votar, mesmo que só chegue à urna depois do horário. Para pessoas com 60 anos ou mais, o horário entre 7h e 10h é preferencial.

 

 

 

Onde votar: na zona e seção indicadas no título eleitoral. Quem não tem título em mãos, pode consultar o local de votação no site do TSE.

Ao todo, são cerca de 95 mil locais de votação em todo o país e 401.950 seções eleitorais.

 

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Documentos: é preciso levar um documento oficial de identificação com foto. Pode ser carteira de identidade, de trabalho, de motorista, certificado de reservista, passaporte ou carteira de categoria profissional reconhecida por lei. Levar o título de eleitor é recomendável, mas não obrigatório (mesmo quem perdeu o título pode votar).

Desde 2018, é possível usar o chamado e-título (saiba mais aqui), um aplicativo para celulares e tablets desenvolvido pelo TSE. Se o eleitor já tiver feito o cadastramento biométrico, a versão do e-título virá acompanhada da foto do eleitor, não sendo necessário levar nenhum outro documento na hora de votar. Por meio do documento digital é possível, inclusive, justificar o voto e obter o comprovante de votação.

Também desde 2018 a Justiça Eleitoral passou a permitir o uso do nome social no título de eleitor e, nestas eleições, 9.985 pessoas utilizarão esse direito no documento.

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Se não votar: quem deixa de votar e não justifica a ausência recebe multa e uma série de sanções. Entre elas, não pode assumir cargo público nem obter empréstimo em bancos do governo. Também não pode tirar passaporte nem carteira de identidade. E se deixar de votar em três eleições consecutivas, não se justificar e não pagar a multa, terá o título cancelado.

Como justificar: quem estiver fora do domicílio eleitoral no dia da eleição e não votar tem que justificar a ausência. É preciso preencher requerimento disponível em locais de votação e site do TSE e tribunais regionais eleitorais. No dia da eleição, o eleitor deve entregar o requerimento em qualquer local de votação ou em pontos de justificativa.

Voto em trânsito: só é válido para a eleição presidencial.

Quem deve votar: o voto é obrigatório para os cidadãos de 18 a 70 anos. É facultativo para analfabetos, para jovens entre 16 e 17 anos e para quem tem mais de 70 anos.

Cidadãos brasileiros no exterior: para quem tem domicílio eleitoral no exterior, o exercício do voto é exigido apenas nas eleições para presidente e vice-presidente da República. Se o cidadão brasileiro mora no exterior, mas ainda tem o seu título de eleitor vinculado a uma zona eleitoral no Brasil, precisará justificar a sua ausência nas eleições, caso falte a qualquer um dos turnos de votação.

Acessibilidade: eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida podem solicitar atendimento especial. Também podem contar com a ajuda de pessoa de confiança no momento de votar.

Prisões e detenções: o eleitor não pode ser preso desde cinco dias antes da eleição até 48 horas após o término da votação, exceto em caso de flagrante, por sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo-conduto.

Já os candidatos, membros da mesa de votação e fiscais de partido têm o período da proibição da prisão alargado, começando 15 dias antes da votação e terminando igualmente 48 horas depois do encerramento da eleição.

Lei Seca: esta não é uma obrigatoriedade imposta pelo sistema eleitoral brasileiro. A decisão de proibir ou não a venda de bebida alcoólica no dia da eleição compete às secretarias de Segurança dos estados e aos tribunais regionais eleitorais.

Na seção eleitoral

Mesários: organizam a seção eleitoral e conduzem a votação. Os mesários não são remunerados, mas recebem auxílio-alimentação e têm direito a dois dias de folga no trabalho para cada dia de atuação.

Identificação biométrica: diante das medidas sanitárias adotadas em razão da pandemia causada pelo coronavírus, a Justiça Eleitoral decidiu excluir o uso da biometria como meio de identificação nas eleições deste ano.

 

 

Na urna 

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O que não fazer no dia da votação

É proibido distribuir santinhos na seção eleitoral, mas é permitido o uso de peças de vestuário e acessórios (bonés, fitas, broches, bandanas), bem como o porte de bandeira. A manifestação do eleitor nos locais de votação deve ser “individual e silenciosa”, diz a lei.

Os mesários não podem usar vestuário ou objetos com propaganda de partido político ou candidato. Também não podem usar telefone celular no local de votação.

É proibido levar telefone celular ou câmera fotográfica para a cabine de votação.

No dia da eleição, são proibidos comícios e carreatas, propaganda de boca de urna e uso de alto-falantes e amplificadores de som. E, até o término do horário de votação, são proibidas aglomerações de pessoas com roupa padronizada e propaganda, com ou sem uso de veículos.

Tanto a compra como a venda de votos são crimes eleitorais, puníveis por até quatro anos e pagamento de multa, podendo ter . Além disso, o candidato pode ter o registro ou o diploma cassados.

 

Fonte: Agência Senado

Onda Verde do ‘Minas Consciente’ é oficializada em Juiz de Fora

A Prefeitura de Juiz de Fora anunciou na manhã desta sexta-feira (23) as novas regras para a Onda Verde do programa estadual “Minas Consciente”. O decreto que oficializa o avanço de fase será publicado no sábado (24) e vale a partir da data.  As novas regras foram aprovadas pelo Comitê Municipal de Enfrentamento e Prevenção à Covid-19 que se reuniu na noite desta quinta-feira, 22, por meio de videoconferência.

Confira os principais pontos do novo decreto:

Atividade de ensino curricular

Apesar de liberadas na “onda verde”, as atividades de ensino curricular, descritas no plano estadual “Minas Consciente” como educação infantil, educação fundamental e ensino médio, continuam proibidas no município. A PJF instituiu uma comissão formada por técnicos das secretarias de Educação e de Saúde, Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), além de representantes do Conselho Municipal de Educação e do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino da Região Sudeste de Minas Gerais – Sinepe/Sudeste para estabelecer os protocolos de retorno das atividades escolares presenciais, bem como o cronograma para a retomada.

Educação Superior

Foram liberadas as aulas práticas de cursos de saúde com atendimento ao público e estágios dessa área para faculdades particulares. Já a UFJF tem autonomia para definir suas atividades.

Bares e restaurantes

Ampliação do horário de funcionamento dos bares e restaurantes que podem funcionar, agora, entre 10h a meia-noite. Antes, a permissão era até as 22h. Apesar das atividades de entretenimento estarem liberadas nos bares nesta nova “onda”, o Comitê decidiu ser mais restritivo, vedando essa mudança. A justificativa é que essas atividades, como música ao vivo, facilitam que as pessoas fiquem mais em pé, gerando aglomeração, bem como fazendo com que as pessoas fiquem mais tempo nos espaços.

Permanecem a proibição do autosserviço e a ocupação máxima de 50% dos espaços. Também estão proibidas as vendas de qualquer produto para o público em pé nestes estabelecimentos.

Segundo a Secretaria de Meio Ambiente e Ordenamento Urbano (Semaur), desde o início da flexibilização dos bares, com possibilidade de consumo interno, já foram apresentadas 252 reclamações de inobservância aos protocolos e, em quase toda a totalidade, as reclamações procediam, sendo o setor mais demandado pela fiscalização.

Eventos

De acordo com o “Minas Consciente”, ficam autorizados os eventos, reuniões e atividades seguindo o preconizado na deliberação do Comitê Estadual Extraordinário Covid-19 de número 17. Nessa prerrogativa, estão autorizados os eventos, resguardando-se o distanciamento de quatro metros quadrados por pessoa, em locais abertos. Em locais fechados, a distância obrigatória por pessoa será de dez metros quadrados. Eventos de grande porte devem observar as legislações municipais e estaduais já existentes em concomitância com os regramentos do plano “Minas Consciente” e da Deliberação Normativa 17.

Atividades extracurriculares

Elencadas na “onda amarela” do “Minas Consciente”, as chamadas atividades extracurriculares como cursos de idioma, academias de dança, cursos de informática, profissionalizantes, dentre outros, estavam liberadas com restrições no município, sendo aprovadas somente após aprovação de protocolos apresentados junto à Vigilância Sanitária. Com o avanço para a “onda verde”, essas atividades ficam liberadas dentro do âmbito do programa “Minas Consciente”.

Atividades de ginástica e de condicionamento físico

Com o avanço para a “onda verde”, flexibiliza-se a limitação de usuário por metragem: passa ser de quatro metros quadrados a limitação usual da metragem. Mantém-se a obrigatoriedade de uso de máscaras de proteção facial, além da restrição de utilização de vestiários para atividades que não sejam as de lavatório ou sanitários.

As aulas coletivas continuam liberadas, agora com o resguardo do espaçamento de quatro metros quadrados entre os indivíduos. Todos os demais protocolos seguem o regramento colocado pelo plano estadual “Minas Consciente”, tais como: os usuários passam a ser responsáveis pela higienização dos assentos e manoplas para utilização, ficando o estabelecimento responsável pela higiene conforme as regras gerais dos protocolos sanitários; observância da distância mínima de dois metros entre os usuários dos equipamentos. As academias com atividades aquáticas deverão observar o limite de 50% da capacidade de cada piscina e não mais 30%.

Clubes Sociais

Os clubes poderão trabalhar observando o limite máximo de 50% da capacidade de espaço físico, ao contrário dos 30% atuais. Saunas e áreas de churrasqueiras continuam proibidas. As piscinas poderão funcionar com 50% de sua capacidade. Atividades esportivas coletivas continuam autorizadas, sendo agora, o espaçamento de um indivíduo a cada quatro metros quadrados. Vestiários continuam impedidos para banho. Quadras e campos de futebol estão liberados. Bares e academias podem funcionar seguindo os protocolos estabelecidos para suas atividades.

Atividades esportivas

Fica permitida a atividade de locação de campo e quadras de futebol, o que antes era vedada. Entretanto, permanece proibida a presença de público, assim como nas demais atividades já liberadas na “onda amarela”. Estádios de futebol, sem presença de público, continuam liberados, ainda, apenas para atividades profissionais.

Cinema

O setor de cinema fica autorizado a retomar suas atividades, mantendo o espaçamento de um indivíduo a cada dez metros quadrados. Os demais protocolos seguirão o regramento do programa estadual.

Atividades Artísticas

Ficam autorizadas as atividades artísticas criativas e de espetáculo como teatro, dança, espetáculos circenses, dentre outros, seguindo os protocolos do “Minas Consciente”, mantendo o espaçamento mínimo de dez metros quadrados por pessoa.

Espaço de festas e eventos

Ficam liberados os serviços de locação de espaço de festas e eventos, bem como as atividades relacionadas como filmagens, fotografias, serviços de buffet, sonorização, iluminação, etc. Nestes locais, deverão ser obedecidos o disposto na deliberação normativa 17 do Comitê Extraordinário Estadual, bem como os protocolos do “Minas Consciente”.

Outras atividades liberadas

Seguindo o regramento do “Minas Consciente”, ficam liberadas outras atividades como: promoção de vendas, feiras de artesanato, estandes para exposição, atividades de organizações associativas, boliches, estúdios de tatuagem e colocação de piercings, dentre outras.

Atividades vedadas

Mesmo liberadas na “onda verde”, o Comitê decidiu restringir, por questão sanitária, as seguintes atividades: parques de diversão, discotecas, danceterias, salões de dança e similares. Também ficam proibidas as atividades de serviços na modalidade de sauna e banhos.

As atividades não elencadas no decreto municipal, automaticamente estão atreladas ao regramento do programa “Minas Consciente”, tendo em vista que o decreto municipal vigente adere às deliberações do programa, sendo apenas decretado o que se coloca mais restritivo.

Após 15 dias na “onda verde”, o Comitê realizará nova avaliação e poderá flexibilizar as situações mais restritivas adotadas em âmbito local.

 

Fonte: Prefeitura De Juiz de Fora

Conheça os candidatos à Prefeitura de Juiz de Fora

As eleições municipais de 2020 se aproximam. Neste ano, devido a pandemia de Covid-19, o primeiro turno será realizado em 15 de novembro e o segundo, quando necessário, em 29 de novembro.

Em Juiz de Fora, 11 candidatos foram confirmados pelas convenções partidárias, o que é um recorde para o município. Para você conhecer todos os candidatos, elaboramos um perfil com as principais informações de cada um deles.

Confira os candidatos por ordem alfabética:

Aloízio Penido (PTC)


Natural de Mar de Espanha, em Minas Gerais, Aloízio Penido tem 67 anos. É formado em professor com licenciatura Plena em Letras; Pedagogia; Teologia e Pós-graduado em Gerência de Empresa.
Foi presidente da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil no biênio 2001 e 2002, Diretor Geral em Minas Gerais do complexo denominado como Convenção Batista Mineira, por 15 anos e 6 meses. Além disso, é fundador e presidente dos projetos sociais “Restituir” e Reconstruir”, que apoia as pessoas em situação de rua, crianças e idosos vulneráveis e reabilita dependentes químicos, respectivamente.
Em 2010, foi candidato a Deputado Estadual pelo PHS ficando como segundo suplente e em 2012, se candidatou pelo PTB ao cargo de Vereador.

 

Eduardo Lucas (Democracia Cristã)


Natural de Juiz de Fora é empresário e urbanista. Esta não é a primeira vez que o empresário se lança na disputa por um cargo majoritário. Nas eleições de 2016, quando ainda estava no PPS, Eduardo Lucas chegou a ser colocado como pré-candidato à Prefeitura de Juiz de Fora, porém, acabou figurando como postulante a vice-prefeito na chapa encabeçada pelo deputado estadual Lafayette Andrada.

 

 

Fernando Eliotério (PCdoB)


Fernando Eliotério é natural de Presidente Bernardes, Minas Gerais e mudou-se para Juiz de Fora em 1981. Participou de movimentos, como negro, comunitário estudantil. Além disso, dirigiu Associação de Moradores, a União Municipal das Associações de Bairro da cidade (UNIJUF), a Federação das Associações de Moradores do estado de Minas Gerais. Foi conselheiro estadual, conselheiro nacional de saúde por 10 anos e assessor técnico do Ministério da Saúde. É servidor público federal da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) e é especialista em Gestão de Saúde Pública.

 

General Marco Felício (PRTB)


Oficial do Exército, formou-se na Academia Militar, possui Mestrado e Doutorado em Operações Militares. Foi Assessor de Inteligência do Gabinete do Ministro do Exército e cumpriu missão militar nos Estados Unidos durante dois anos. Em 2018, foi candidato a deputado federal, seguindo o alinhamento do presidente Jair Bolsonaro

Ione Barbosa (Republicanos) 


Ione Barbosa passou infância e juventude nos bairros Vitorino Braga e Nossa Senhora Aparecida. Estudou Edificações no antigo CTU da UFJF (atual IF Sudeste MG campus Juiz de Fora). Formou-se em Direito e trabalhou como advogada até ingressar na Procuradoria Geral do Município de Juiz de Fora. No cargo, atuou na Secretaria de Administração e de Recursos Humanos (SARH). Deixou a função após ser aprovada no processo seletivo para Delegado da Polícia Civil de Minas Gerais, se destacando à frente da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, onde permaneceu até o começo do ano passado, quando foi designada para assumir a 4ª Delegacia de Polícia Civil.

Lorene Figueiredo (PSOL)


Lorene Figueiredo é presidente municipal do PSOL desde 2018. Formada em História e especializada nas áreas de Educação e Políticas Públicas, atua como professora desde 1985 e conta com passagens pelas redes municipal, estadual e privada. A pré-candidata foi professora na Universidade Federal Fluminense (UFF) durante oito anos e atualmente, trabalha na Faculdade de Educação da Federal de Juiz de Fora (UFJF). Mãe de três, Lorene é natural do Rio de Janeiro, vive há 23 em Juiz de Fora, sempre esteve ativa em sindicado e movimentos sociais e atua como ativista pela educação e direito das mulheres.

Marcos Ribeiro (Rede)


Marcos Ribeiro possui 34 anos, natural de Juiz de Fora, advogado, filho de produtores rurais, ex-policial penal e assessor parlamentar na Assembleia Legislativa.

 

Margarida Salomão (PT)


Margarida Salomão é natural de Juiz de Fora. Foi professora, secretária municipal de Administração e de Governo da Prefeitura de Juiz de Fora e reitora da UFJF por dois mandatos consecutivos e deputada federal desde 2013. Disputou as eleições municipais pelo PT em 2008, 2012 e 2016. Graduada em Letras pela Universidade Federal de Juiz de Fora, mestrado em Linguística pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, mestrado e doutorado em Linguística pela University of California, Berkeley (EUA).

 

Sheila Oliveira (PSL)

Nascida em Presidente Prudente – São Paulo em 1978, Sheila Aparecida Pedrosa de Melo é mãe de 4 meninos, o José e os trigêmeos Marcos, Moisés e André.
Formada em Direito pela Fundação Toledo Prudente de Ensino, da UNESP, Sheila sempre foi muito dedicada aos estudos. Ainda em sua cidade natal, foi aprovada para o concurso de Agente Comunitária de Saúde, onde desempenhou a função com muito afinco por 3 anos. Logo na sequência, mesmo trabalhando e estudando, foi aprovada no concurso de Inspetor de Polícia Civil do Rio de Janeiro, onde atuou no combate às milícias na Zona Oeste e na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).
Com experiência acumulada, e uma ascensão singular, em 16 de Junho de 2006, assumiu como delegada de Polícia em Minas Gerais após um disputado concurso público. No cargo, exerceu atividade nas cidades de Ubá, Rio Pomba e Juiz de Fora, onde escolheu para morar e criar raízes.
Na cidade, foi titular do Núcleo de Ações Operacionais (NAOP), da delegacia de Mulheres, da delegacia de trânsito e foi a primeira mulher a ocupar o cargo de delegada regional, tendo que gerenciar Juiz de Fora e outros 26 municípios.
Na gestão como delegada regional comandou grandes operações, prendeu traficantes milionários, apreendeu toneladas de drogas e prendeu criminosos que cometeram os mais variados delitos. Criou o núcleo de proteção dos animais, braço da delegacia no combate aos maus tratos e também a delegacia especializada de roubos. Na prevenção, instalou o programa Escola Consciente, e ministrava palestras em escolas públicas, particulares e em centros de atenção à infância em Juiz de Fora e toda a região.
Em 2016, foi eleita a vereadora mais votada da história de Juiz de Fora, obtendo quase 10 mil votos. Na Câmara Municipal desempenhou importante papel nas comissões permanentes: defesa dos direitos da mulher, defesa dos direitos da criança e adolescente, telefonia e eletrificação rural. Também encabeçou as comissões provisórias: juntos contra a pedofilia, de combate às drogas e a chamada CUMPRA-SE, que exigia o cumprimento de leis já regulamentadas na cidade, como tempo máximo de atendimento nas filas de bancos. Devido os conflitos de gangues no município, Sheila propôs a criação da CPI de Combate às Gangues, que reuniu especialistas em segurança pública e contou com ampla participação popular.
Foi responsável também pela criação de importantes eventos e ações como o Carnaval sem Assédio, a Semana de Combate a Pedofilia, Semana de Prevenção às Drogas e Semana da Mulher.
Em 2018, após forte apoio popular, foi a deputada estadual eleita com maior votação em Juiz de Fora e na Zona da Mata, sendo 44.175 e 62.299 votos respectivamente. Seu trabalho foi reconhecido em mais de 660 municípios mineiros, em todas as regiões, obtendo 80.038 votos.
Na Assembleia, preside a Comissão de Prevenção e Combate ao uso de Crack e outras Drogas, é membro da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher e é suplente nas Comissões de Segurança Pública e Direitos Humanos.

 

Victória Mello (PSTU)

Victória Mello é natural de Santo Antônio do Pinhal, São Paulo, e possui 64 anos, sendo 36 morando em Juiz de Fora. É professora de Educação Física da rede municipal de ensino. Aposentada pela rede estadual, compõe atualmente a diretoria da Subsede Juiz de Fora do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SindUte – MG), da qual está afastada devido à campanha. Victória já disputou, pelo PSTU, as eleições municipais de 2012 e 2016 como candidata a prefeita, e se candidatou a vice-governadora do Estado de Minas Gerais na disputa de 2014 e 2018. Além disso, Victória foi diretora do Sinpro/JF (Sindicato dos Professores de Juiz de Fora).

 

Wilson Rezende (PSB)


Wilson Rezende é juiz-forano e possui 59 anos. Formou-se em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e também em edificações pelo Curso Técnico Universitário (CTU). Wilson possui 42 anos de experiência na construção civil e como sócio da Rezato, emprega mais de 400 colaboradores. Durante atuação, já entregou mais de 7.000 unidades em Juiz de Fora.

Sempre muito estudioso, não mediu esforços e viu na educação a oportunidade de alcançar seus sonhos e de mudar a sua realidade, a de sua família e a de tantos outros que o acompanham, sempre por meio do ensino público e de longas jornadas a serem percorridas diariamente.

Ele vê na educação pública, plural e inclusiva, o caminho para dar vez, voz e chances para nossas crianças sonharem alto. A sua herança familiar é cumprir os compromissos assumidos. Com simplicidade, garra, fé e trabalho.

Engenheiro civil formado pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e também técnico em edificações pelo Curso Técnico Universitário (CTU), Wilson Rezato tem 59 anos de idade e 42 anos de experiência na construção civil. Como sócio da Rezato, emprega mais de 400 colaboradores e já entregou mais de 7.000 unidades, todas em Juiz de Fora.